* Tio Zeca
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O primeiro turno destas eleições se caracterizou pela imprecisão das pesquisas de intenção de voto e a incompetência, se não a má fé, dos institutos de pesquisa. Erraram feio. Os “erros” foram enormes, em especial para o senado. No Paraná, Gustavo Fruet foi o maior prejudicado quando indicaram que estaria na rabeira. Abertas as urnas, constatou-se um erro de “apenas” 20%. Isso mesmo, vinte por cento de erro quando a margem de erro deveria ser de apenas dois por cento. Por pouco não deixou a Maria louca.
No caso das pesquisas de intenção de voto para presidente, a aposta dos institutos, de Lulá Alá, de Dilma Mentira e da petezada era faturar já no primeiro turno. A única pesquisa que indicava uma possibilidade muito remota de 2° turno foi divulgada pelo Datafolha. As pesquisas que indicavam a vitória bolivariana foram divulgadas à exaustão pela turma da Dilma e sua facção política: “- Nem Jesus me tira essa eleição”. Deu Serra nela.
O incrível foi que as únicas pesquisas que indicavam o 2° turno para presidente foram as chamadas trekkings – pesquisas não registradas no TSE – encomendadas pelo PSDB. Agora, essas trekkings indicam o seguinte: os resultados têm oscilado entre um e quatro pontos pró-Serra, alternando com um e três pontos pró-Dilma. Ou seja, oscilando entre 48% e 52% nos votos válidos para um lado e para o outro. Em Minas Gerais (que se tornou o fiel da balança para os analistas políticos), essas mesmas pesquisas também registram um empate: 50% a 50% nos votos válidos.
Se as pesquisas errarem no segundo turno como erraram no primeiro round, Serra será eleito presidente neste domingo. Duvida? Mas será o Benedito? Siga o raciocínio:
1) As pesquisas do primeiro turno indicavam Dilma com 53% das intenções de votos. Apuradas as urnas, Dilma registrou 46,7% dos votos, ou seja, 6,3% a menos que as pesquisas divulgaram.
2) Serra tinha 28% das intenções de votos no primeiro turno, segundo os competentes e honestos institutos de pesquisa. Abertas as urnas, surgiu com 32,6%, ou seja, 4,6% a mais do que foi divulgado.
3) Hoje, as pesquisas indicam Dilma com 49% e Serra com 39%. Aplicada a “margem de erro” que as pesquisas tiveram no primeiro turno, Dilma terá 42,7% e Serra 43,6%. Ou seja, Serra será o futuro presidente do Brasil.
Se você não concorda com esse raciocínio, não tem problema, mas também não acredite na ladainha de pesquisas compradas ou mal feitas. Como diz um mineirinho: “- Em Minas, 80% é serra. O resto é vale e planície”. Outra do come quieto: “- Serra, serra, serrador, serra a Dilma, por favor”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e eleitor destro.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Quem é Dilma?
* Tio Zeca
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Essa é a pergunta que não quer calar: Quem é Dilma? Pela propaganda política e governamental, é uma excelente mulher, mãe carinhosa e presente, gestora pública exemplar, administradora competente, que lutou contra a ditadura e outras histórias de fazer chorar. Mas tem mais alguma história de Dilma que não foi revelada aos brasileiros? Algo que possa mostrar finalmente quem ela é na sua essência, no seu íntimo, seu caráter, suas convicções, no que acredita e o que a move? Certamente poucas pessoas saberão responder a todas essas perguntas, já que são poucos que a conhecem a fundo. Afinal, o que Dilma tem a esconder dos eleitores? Nada, absolutamente nada, dirão o Dr. Magalha e seus apoiadores. Nada mesmo? Mas será o Benedito? Nadinha?
Afinal, respondam, então, por que Dilma não autoriza a liberação de sua “ficha” que hoje se encontra no cofre mais seguro de Brasília, juntamente com a “ficha” de Lula Alá? O histórico de Dilma, da época em que fazia parte dos grupos guerrilheiros comunistas, está guardado a sete chaves, isso mesmo, num cofre no Superior Tribunal Militar. A Folha, jornal “de direita” segundo o Dr. Magalha, chegou a entrar com um Mandado de Segurança para ter acesso aos registros da vida pregressa da companhera. Acha ser um direito de todo brasileiro conhecer a história de uma candidata a presidente do Brasil. O julgamento do pedido foi suspenso, cheirando a censura, e a dúvida continua pairando no ar: quem é Dilma?
Dilma, como tantos outros esquerdistas radicais e comunistas de alma, queria acabar com a chamada ditadura militar para implantar no Brasil a ditadura comunista. Ou seja, sairíamos do purgatório direto para o inferno. Os grupos terroristas dos quais Dilma pertencia foram responsáveis por assaltos a bancos e residências e por assassinatos. Se não há nada que precise ser escondido nos registros de Dilma, por que então a candidata não autoriza a sua publicidade? Seria a atitude correta de uma pessoa que pretendente ocupar o posto mais importante do Brasil.
Tem mais uma que engasga qualquer pessoa de bom senso: Dilma está processando o Brasil para pedir uma indenização milionária da época em que foi “perseguida” pelo regime militar. É brincadeira? Só pode ser. Foi pra luta armada e perdeu a guerra e agora quer ser indenizada pelo Estado brasileiro. Imagine terroristas de todo o mundo fazendo o mesmo. A Al-Qaeda, Bin Laden, IRA e o ETA acionando países para pedir indenizações por serem perseguidos. É coisa de louco, ou melhor, de malandro!
Pra finalizar, Dilma não está sofrendo uma campanha difamatória, nem Serra é um falso moralista. A verdade é que Dilma sempre defendeu abertamente a descriminalização do aborto e, por oportunismo eleitoral, mudou sua fala. Basta fazer uma busca no YouTube digitando “Dilma Aborto” e logo ela aparecerá falando a repórteres da Folha e da IstoÉ. A campanha “difamatória” foi criada pela própria Dilma por suas convicções a favor do aborto e pela tentativa de querer desdizer o dito, num flagrante interesse eleitoreiro. Então, quem é Dilma?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador eleitor do ex-ministro de FHC.
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Essa é a pergunta que não quer calar: Quem é Dilma? Pela propaganda política e governamental, é uma excelente mulher, mãe carinhosa e presente, gestora pública exemplar, administradora competente, que lutou contra a ditadura e outras histórias de fazer chorar. Mas tem mais alguma história de Dilma que não foi revelada aos brasileiros? Algo que possa mostrar finalmente quem ela é na sua essência, no seu íntimo, seu caráter, suas convicções, no que acredita e o que a move? Certamente poucas pessoas saberão responder a todas essas perguntas, já que são poucos que a conhecem a fundo. Afinal, o que Dilma tem a esconder dos eleitores? Nada, absolutamente nada, dirão o Dr. Magalha e seus apoiadores. Nada mesmo? Mas será o Benedito? Nadinha?
Afinal, respondam, então, por que Dilma não autoriza a liberação de sua “ficha” que hoje se encontra no cofre mais seguro de Brasília, juntamente com a “ficha” de Lula Alá? O histórico de Dilma, da época em que fazia parte dos grupos guerrilheiros comunistas, está guardado a sete chaves, isso mesmo, num cofre no Superior Tribunal Militar. A Folha, jornal “de direita” segundo o Dr. Magalha, chegou a entrar com um Mandado de Segurança para ter acesso aos registros da vida pregressa da companhera. Acha ser um direito de todo brasileiro conhecer a história de uma candidata a presidente do Brasil. O julgamento do pedido foi suspenso, cheirando a censura, e a dúvida continua pairando no ar: quem é Dilma?
Dilma, como tantos outros esquerdistas radicais e comunistas de alma, queria acabar com a chamada ditadura militar para implantar no Brasil a ditadura comunista. Ou seja, sairíamos do purgatório direto para o inferno. Os grupos terroristas dos quais Dilma pertencia foram responsáveis por assaltos a bancos e residências e por assassinatos. Se não há nada que precise ser escondido nos registros de Dilma, por que então a candidata não autoriza a sua publicidade? Seria a atitude correta de uma pessoa que pretendente ocupar o posto mais importante do Brasil.
Tem mais uma que engasga qualquer pessoa de bom senso: Dilma está processando o Brasil para pedir uma indenização milionária da época em que foi “perseguida” pelo regime militar. É brincadeira? Só pode ser. Foi pra luta armada e perdeu a guerra e agora quer ser indenizada pelo Estado brasileiro. Imagine terroristas de todo o mundo fazendo o mesmo. A Al-Qaeda, Bin Laden, IRA e o ETA acionando países para pedir indenizações por serem perseguidos. É coisa de louco, ou melhor, de malandro!
Pra finalizar, Dilma não está sofrendo uma campanha difamatória, nem Serra é um falso moralista. A verdade é que Dilma sempre defendeu abertamente a descriminalização do aborto e, por oportunismo eleitoral, mudou sua fala. Basta fazer uma busca no YouTube digitando “Dilma Aborto” e logo ela aparecerá falando a repórteres da Folha e da IstoÉ. A campanha “difamatória” foi criada pela própria Dilma por suas convicções a favor do aborto e pela tentativa de querer desdizer o dito, num flagrante interesse eleitoreiro. Então, quem é Dilma?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador eleitor do ex-ministro de FHC.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Vale a Pena
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Em épocas de eleições presidenciais é possível perceber a superficialidade das discussões, a pauta restrita do debate, as oportunidades perdidas para se acabar de vez com os mitos, com os dogmas. Dilma e a petezada, claramente preocupados com o crescimento do candidato oposicionista, tentam mudar o foco das discussões para as privatizações. Sempre que há uma eleição, os vermelhos usam deste velho expediente para dar a impressão ao eleitor que alguém o sacaneou porque vendeu uma empresa “pública”, uma estatal “do povo brasileiro”. Balela das grandes. Coisa de ignorante.
Agora que Dilma foi emparedada pelas suas próprias palavras e convicções ou pelo caso Erenicegate que lhe tirou milhões de votos, restou a companherada confundir o eleitorado com a ameaça de que o seu adversário venderá mais estatais. Mas, alguém sabe por que ainda temos tantas empresas estatais? Não? Mas será o Benedito?
Para Dilma, seu padrinho Lula Alá e as facções políticas que lhes dão apoio, uma empresa estatal é do povo, é do Brasil. Fazem que acreditem que as estatais são produtivas, lucrativas, bem geridas, recolhem impostos em dia, que nunca dão prejuízo. Talvez pensem assim porque essas estatais têm em suas diretorias, gerências e onde quer que possam dependurar mais companheros, os competentes políticos e apaniguados do PMDB (de Michel Temer, Sarney e Barbalho) ou do PTB (de Collor) ou do PP (de Maluf) ou do próprio PT (dos Zés Dirceu e Genuíno).
Dilma acusa Serra de ter sido um grande defensor da privatização da Vale (antiga Companhia Vale do Rio Doce). “-Serra, você foi a favor!”, bradava a candidata, quase que se babando toda. Puts! Dilma deixou a bola quicando na frente do gol sem goleiro e o Serra não foi capaz de chutá-la em direção a rede. Serra poderia ter feito algumas perguntas a Dilma (o Dr. Magalha - a Mãe Diná dos Campos Gerais e bajulador mor dessas plagas - pode responder, se quiser):
1) Quanto em impostos a Vale recolheu antes e depois de ser privatizada?
2) Qual era a produtividade da Vale antes e depois?
3) Qual era o faturamento da Vale quando era “do povo” e quando passou a ser uma empresa privada?
4) Em quantos países a Vale atuava antes e agora?
5) Quantos funcionários ela tinha e quantos passou a ter?
6) Quanto valia a Vale do Rio Doce e quanto vale a nova Vale?
7) Quanto que cada brasileiro ganhou em dividendos quando a Vale era “sua” e quanto o brasileiro acionista já ganhou depois que ela se tornou uma empresa privada? Entendeu a pergunta, Dr. Magalha? Vamos lá: quanto o Dr. recebeu em dividendos da Vale do Rio Doce quando a companhia era “sua e de todos os brasileiros” e quanto suas ações já renderam depois que ela foi privatizada?
8) E por fim, a última e mais importante pergunta: Dilma, responda sim ou não, você quer reestatizar a Vale?
Todas essas perguntas também podem ser feitas sobre outras empresas que foram privatizadas como, por exemplo, a Embraer. Esse papo bolivariano de empresa estatal ser empresa “do povo” é a maior mentira que pode existir. Empresa estatal é empresa do partido, dos políticos da base de apoio, dos apaniguados. Não é, nunca foi e nunca será “do povo brasileiro”.
O Estado não consegue cumprir decentemente com sua obrigação constitucional de oferecer educação, saúde e segurança aos brasileiros, agora quer ter empresa de mineração, metalúrgica, fabricante de aviões, de computadores, hotéis, cinemas, restaurantes, jornais, revistas, emissoras de rádio e TV...? Vamos pela mesma trilha de Cuba e Venezuela? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador acionista da Vale, “como o Dr. Magalha”.
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Em épocas de eleições presidenciais é possível perceber a superficialidade das discussões, a pauta restrita do debate, as oportunidades perdidas para se acabar de vez com os mitos, com os dogmas. Dilma e a petezada, claramente preocupados com o crescimento do candidato oposicionista, tentam mudar o foco das discussões para as privatizações. Sempre que há uma eleição, os vermelhos usam deste velho expediente para dar a impressão ao eleitor que alguém o sacaneou porque vendeu uma empresa “pública”, uma estatal “do povo brasileiro”. Balela das grandes. Coisa de ignorante.
Agora que Dilma foi emparedada pelas suas próprias palavras e convicções ou pelo caso Erenicegate que lhe tirou milhões de votos, restou a companherada confundir o eleitorado com a ameaça de que o seu adversário venderá mais estatais. Mas, alguém sabe por que ainda temos tantas empresas estatais? Não? Mas será o Benedito?
Para Dilma, seu padrinho Lula Alá e as facções políticas que lhes dão apoio, uma empresa estatal é do povo, é do Brasil. Fazem que acreditem que as estatais são produtivas, lucrativas, bem geridas, recolhem impostos em dia, que nunca dão prejuízo. Talvez pensem assim porque essas estatais têm em suas diretorias, gerências e onde quer que possam dependurar mais companheros, os competentes políticos e apaniguados do PMDB (de Michel Temer, Sarney e Barbalho) ou do PTB (de Collor) ou do PP (de Maluf) ou do próprio PT (dos Zés Dirceu e Genuíno).
Dilma acusa Serra de ter sido um grande defensor da privatização da Vale (antiga Companhia Vale do Rio Doce). “-Serra, você foi a favor!”, bradava a candidata, quase que se babando toda. Puts! Dilma deixou a bola quicando na frente do gol sem goleiro e o Serra não foi capaz de chutá-la em direção a rede. Serra poderia ter feito algumas perguntas a Dilma (o Dr. Magalha - a Mãe Diná dos Campos Gerais e bajulador mor dessas plagas - pode responder, se quiser):
1) Quanto em impostos a Vale recolheu antes e depois de ser privatizada?
2) Qual era a produtividade da Vale antes e depois?
3) Qual era o faturamento da Vale quando era “do povo” e quando passou a ser uma empresa privada?
4) Em quantos países a Vale atuava antes e agora?
5) Quantos funcionários ela tinha e quantos passou a ter?
6) Quanto valia a Vale do Rio Doce e quanto vale a nova Vale?
7) Quanto que cada brasileiro ganhou em dividendos quando a Vale era “sua” e quanto o brasileiro acionista já ganhou depois que ela se tornou uma empresa privada? Entendeu a pergunta, Dr. Magalha? Vamos lá: quanto o Dr. recebeu em dividendos da Vale do Rio Doce quando a companhia era “sua e de todos os brasileiros” e quanto suas ações já renderam depois que ela foi privatizada?
8) E por fim, a última e mais importante pergunta: Dilma, responda sim ou não, você quer reestatizar a Vale?
Todas essas perguntas também podem ser feitas sobre outras empresas que foram privatizadas como, por exemplo, a Embraer. Esse papo bolivariano de empresa estatal ser empresa “do povo” é a maior mentira que pode existir. Empresa estatal é empresa do partido, dos políticos da base de apoio, dos apaniguados. Não é, nunca foi e nunca será “do povo brasileiro”.
O Estado não consegue cumprir decentemente com sua obrigação constitucional de oferecer educação, saúde e segurança aos brasileiros, agora quer ter empresa de mineração, metalúrgica, fabricante de aviões, de computadores, hotéis, cinemas, restaurantes, jornais, revistas, emissoras de rádio e TV...? Vamos pela mesma trilha de Cuba e Venezuela? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador acionista da Vale, “como o Dr. Magalha”.
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