* Tio Zeca
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O primeiro turno destas eleições se caracterizou pela imprecisão das pesquisas de intenção de voto e a incompetência, se não a má fé, dos institutos de pesquisa. Erraram feio. Os “erros” foram enormes, em especial para o senado. No Paraná, Gustavo Fruet foi o maior prejudicado quando indicaram que estaria na rabeira. Abertas as urnas, constatou-se um erro de “apenas” 20%. Isso mesmo, vinte por cento de erro quando a margem de erro deveria ser de apenas dois por cento. Por pouco não deixou a Maria louca.
No caso das pesquisas de intenção de voto para presidente, a aposta dos institutos, de Lulá Alá, de Dilma Mentira e da petezada era faturar já no primeiro turno. A única pesquisa que indicava uma possibilidade muito remota de 2° turno foi divulgada pelo Datafolha. As pesquisas que indicavam a vitória bolivariana foram divulgadas à exaustão pela turma da Dilma e sua facção política: “- Nem Jesus me tira essa eleição”. Deu Serra nela.
O incrível foi que as únicas pesquisas que indicavam o 2° turno para presidente foram as chamadas trekkings – pesquisas não registradas no TSE – encomendadas pelo PSDB. Agora, essas trekkings indicam o seguinte: os resultados têm oscilado entre um e quatro pontos pró-Serra, alternando com um e três pontos pró-Dilma. Ou seja, oscilando entre 48% e 52% nos votos válidos para um lado e para o outro. Em Minas Gerais (que se tornou o fiel da balança para os analistas políticos), essas mesmas pesquisas também registram um empate: 50% a 50% nos votos válidos.
Se as pesquisas errarem no segundo turno como erraram no primeiro round, Serra será eleito presidente neste domingo. Duvida? Mas será o Benedito? Siga o raciocínio:
1) As pesquisas do primeiro turno indicavam Dilma com 53% das intenções de votos. Apuradas as urnas, Dilma registrou 46,7% dos votos, ou seja, 6,3% a menos que as pesquisas divulgaram.
2) Serra tinha 28% das intenções de votos no primeiro turno, segundo os competentes e honestos institutos de pesquisa. Abertas as urnas, surgiu com 32,6%, ou seja, 4,6% a mais do que foi divulgado.
3) Hoje, as pesquisas indicam Dilma com 49% e Serra com 39%. Aplicada a “margem de erro” que as pesquisas tiveram no primeiro turno, Dilma terá 42,7% e Serra 43,6%. Ou seja, Serra será o futuro presidente do Brasil.
Se você não concorda com esse raciocínio, não tem problema, mas também não acredite na ladainha de pesquisas compradas ou mal feitas. Como diz um mineirinho: “- Em Minas, 80% é serra. O resto é vale e planície”. Outra do come quieto: “- Serra, serra, serrador, serra a Dilma, por favor”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e eleitor destro.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Quem é Dilma?
* Tio Zeca
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Essa é a pergunta que não quer calar: Quem é Dilma? Pela propaganda política e governamental, é uma excelente mulher, mãe carinhosa e presente, gestora pública exemplar, administradora competente, que lutou contra a ditadura e outras histórias de fazer chorar. Mas tem mais alguma história de Dilma que não foi revelada aos brasileiros? Algo que possa mostrar finalmente quem ela é na sua essência, no seu íntimo, seu caráter, suas convicções, no que acredita e o que a move? Certamente poucas pessoas saberão responder a todas essas perguntas, já que são poucos que a conhecem a fundo. Afinal, o que Dilma tem a esconder dos eleitores? Nada, absolutamente nada, dirão o Dr. Magalha e seus apoiadores. Nada mesmo? Mas será o Benedito? Nadinha?
Afinal, respondam, então, por que Dilma não autoriza a liberação de sua “ficha” que hoje se encontra no cofre mais seguro de Brasília, juntamente com a “ficha” de Lula Alá? O histórico de Dilma, da época em que fazia parte dos grupos guerrilheiros comunistas, está guardado a sete chaves, isso mesmo, num cofre no Superior Tribunal Militar. A Folha, jornal “de direita” segundo o Dr. Magalha, chegou a entrar com um Mandado de Segurança para ter acesso aos registros da vida pregressa da companhera. Acha ser um direito de todo brasileiro conhecer a história de uma candidata a presidente do Brasil. O julgamento do pedido foi suspenso, cheirando a censura, e a dúvida continua pairando no ar: quem é Dilma?
Dilma, como tantos outros esquerdistas radicais e comunistas de alma, queria acabar com a chamada ditadura militar para implantar no Brasil a ditadura comunista. Ou seja, sairíamos do purgatório direto para o inferno. Os grupos terroristas dos quais Dilma pertencia foram responsáveis por assaltos a bancos e residências e por assassinatos. Se não há nada que precise ser escondido nos registros de Dilma, por que então a candidata não autoriza a sua publicidade? Seria a atitude correta de uma pessoa que pretendente ocupar o posto mais importante do Brasil.
Tem mais uma que engasga qualquer pessoa de bom senso: Dilma está processando o Brasil para pedir uma indenização milionária da época em que foi “perseguida” pelo regime militar. É brincadeira? Só pode ser. Foi pra luta armada e perdeu a guerra e agora quer ser indenizada pelo Estado brasileiro. Imagine terroristas de todo o mundo fazendo o mesmo. A Al-Qaeda, Bin Laden, IRA e o ETA acionando países para pedir indenizações por serem perseguidos. É coisa de louco, ou melhor, de malandro!
Pra finalizar, Dilma não está sofrendo uma campanha difamatória, nem Serra é um falso moralista. A verdade é que Dilma sempre defendeu abertamente a descriminalização do aborto e, por oportunismo eleitoral, mudou sua fala. Basta fazer uma busca no YouTube digitando “Dilma Aborto” e logo ela aparecerá falando a repórteres da Folha e da IstoÉ. A campanha “difamatória” foi criada pela própria Dilma por suas convicções a favor do aborto e pela tentativa de querer desdizer o dito, num flagrante interesse eleitoreiro. Então, quem é Dilma?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador eleitor do ex-ministro de FHC.
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Essa é a pergunta que não quer calar: Quem é Dilma? Pela propaganda política e governamental, é uma excelente mulher, mãe carinhosa e presente, gestora pública exemplar, administradora competente, que lutou contra a ditadura e outras histórias de fazer chorar. Mas tem mais alguma história de Dilma que não foi revelada aos brasileiros? Algo que possa mostrar finalmente quem ela é na sua essência, no seu íntimo, seu caráter, suas convicções, no que acredita e o que a move? Certamente poucas pessoas saberão responder a todas essas perguntas, já que são poucos que a conhecem a fundo. Afinal, o que Dilma tem a esconder dos eleitores? Nada, absolutamente nada, dirão o Dr. Magalha e seus apoiadores. Nada mesmo? Mas será o Benedito? Nadinha?
Afinal, respondam, então, por que Dilma não autoriza a liberação de sua “ficha” que hoje se encontra no cofre mais seguro de Brasília, juntamente com a “ficha” de Lula Alá? O histórico de Dilma, da época em que fazia parte dos grupos guerrilheiros comunistas, está guardado a sete chaves, isso mesmo, num cofre no Superior Tribunal Militar. A Folha, jornal “de direita” segundo o Dr. Magalha, chegou a entrar com um Mandado de Segurança para ter acesso aos registros da vida pregressa da companhera. Acha ser um direito de todo brasileiro conhecer a história de uma candidata a presidente do Brasil. O julgamento do pedido foi suspenso, cheirando a censura, e a dúvida continua pairando no ar: quem é Dilma?
Dilma, como tantos outros esquerdistas radicais e comunistas de alma, queria acabar com a chamada ditadura militar para implantar no Brasil a ditadura comunista. Ou seja, sairíamos do purgatório direto para o inferno. Os grupos terroristas dos quais Dilma pertencia foram responsáveis por assaltos a bancos e residências e por assassinatos. Se não há nada que precise ser escondido nos registros de Dilma, por que então a candidata não autoriza a sua publicidade? Seria a atitude correta de uma pessoa que pretendente ocupar o posto mais importante do Brasil.
Tem mais uma que engasga qualquer pessoa de bom senso: Dilma está processando o Brasil para pedir uma indenização milionária da época em que foi “perseguida” pelo regime militar. É brincadeira? Só pode ser. Foi pra luta armada e perdeu a guerra e agora quer ser indenizada pelo Estado brasileiro. Imagine terroristas de todo o mundo fazendo o mesmo. A Al-Qaeda, Bin Laden, IRA e o ETA acionando países para pedir indenizações por serem perseguidos. É coisa de louco, ou melhor, de malandro!
Pra finalizar, Dilma não está sofrendo uma campanha difamatória, nem Serra é um falso moralista. A verdade é que Dilma sempre defendeu abertamente a descriminalização do aborto e, por oportunismo eleitoral, mudou sua fala. Basta fazer uma busca no YouTube digitando “Dilma Aborto” e logo ela aparecerá falando a repórteres da Folha e da IstoÉ. A campanha “difamatória” foi criada pela própria Dilma por suas convicções a favor do aborto e pela tentativa de querer desdizer o dito, num flagrante interesse eleitoreiro. Então, quem é Dilma?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador eleitor do ex-ministro de FHC.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Vale a Pena
* Tio Zeca
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Em épocas de eleições presidenciais é possível perceber a superficialidade das discussões, a pauta restrita do debate, as oportunidades perdidas para se acabar de vez com os mitos, com os dogmas. Dilma e a petezada, claramente preocupados com o crescimento do candidato oposicionista, tentam mudar o foco das discussões para as privatizações. Sempre que há uma eleição, os vermelhos usam deste velho expediente para dar a impressão ao eleitor que alguém o sacaneou porque vendeu uma empresa “pública”, uma estatal “do povo brasileiro”. Balela das grandes. Coisa de ignorante.
Agora que Dilma foi emparedada pelas suas próprias palavras e convicções ou pelo caso Erenicegate que lhe tirou milhões de votos, restou a companherada confundir o eleitorado com a ameaça de que o seu adversário venderá mais estatais. Mas, alguém sabe por que ainda temos tantas empresas estatais? Não? Mas será o Benedito?
Para Dilma, seu padrinho Lula Alá e as facções políticas que lhes dão apoio, uma empresa estatal é do povo, é do Brasil. Fazem que acreditem que as estatais são produtivas, lucrativas, bem geridas, recolhem impostos em dia, que nunca dão prejuízo. Talvez pensem assim porque essas estatais têm em suas diretorias, gerências e onde quer que possam dependurar mais companheros, os competentes políticos e apaniguados do PMDB (de Michel Temer, Sarney e Barbalho) ou do PTB (de Collor) ou do PP (de Maluf) ou do próprio PT (dos Zés Dirceu e Genuíno).
Dilma acusa Serra de ter sido um grande defensor da privatização da Vale (antiga Companhia Vale do Rio Doce). “-Serra, você foi a favor!”, bradava a candidata, quase que se babando toda. Puts! Dilma deixou a bola quicando na frente do gol sem goleiro e o Serra não foi capaz de chutá-la em direção a rede. Serra poderia ter feito algumas perguntas a Dilma (o Dr. Magalha - a Mãe Diná dos Campos Gerais e bajulador mor dessas plagas - pode responder, se quiser):
1) Quanto em impostos a Vale recolheu antes e depois de ser privatizada?
2) Qual era a produtividade da Vale antes e depois?
3) Qual era o faturamento da Vale quando era “do povo” e quando passou a ser uma empresa privada?
4) Em quantos países a Vale atuava antes e agora?
5) Quantos funcionários ela tinha e quantos passou a ter?
6) Quanto valia a Vale do Rio Doce e quanto vale a nova Vale?
7) Quanto que cada brasileiro ganhou em dividendos quando a Vale era “sua” e quanto o brasileiro acionista já ganhou depois que ela se tornou uma empresa privada? Entendeu a pergunta, Dr. Magalha? Vamos lá: quanto o Dr. recebeu em dividendos da Vale do Rio Doce quando a companhia era “sua e de todos os brasileiros” e quanto suas ações já renderam depois que ela foi privatizada?
8) E por fim, a última e mais importante pergunta: Dilma, responda sim ou não, você quer reestatizar a Vale?
Todas essas perguntas também podem ser feitas sobre outras empresas que foram privatizadas como, por exemplo, a Embraer. Esse papo bolivariano de empresa estatal ser empresa “do povo” é a maior mentira que pode existir. Empresa estatal é empresa do partido, dos políticos da base de apoio, dos apaniguados. Não é, nunca foi e nunca será “do povo brasileiro”.
O Estado não consegue cumprir decentemente com sua obrigação constitucional de oferecer educação, saúde e segurança aos brasileiros, agora quer ter empresa de mineração, metalúrgica, fabricante de aviões, de computadores, hotéis, cinemas, restaurantes, jornais, revistas, emissoras de rádio e TV...? Vamos pela mesma trilha de Cuba e Venezuela? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador acionista da Vale, “como o Dr. Magalha”.
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Em épocas de eleições presidenciais é possível perceber a superficialidade das discussões, a pauta restrita do debate, as oportunidades perdidas para se acabar de vez com os mitos, com os dogmas. Dilma e a petezada, claramente preocupados com o crescimento do candidato oposicionista, tentam mudar o foco das discussões para as privatizações. Sempre que há uma eleição, os vermelhos usam deste velho expediente para dar a impressão ao eleitor que alguém o sacaneou porque vendeu uma empresa “pública”, uma estatal “do povo brasileiro”. Balela das grandes. Coisa de ignorante.
Agora que Dilma foi emparedada pelas suas próprias palavras e convicções ou pelo caso Erenicegate que lhe tirou milhões de votos, restou a companherada confundir o eleitorado com a ameaça de que o seu adversário venderá mais estatais. Mas, alguém sabe por que ainda temos tantas empresas estatais? Não? Mas será o Benedito?
Para Dilma, seu padrinho Lula Alá e as facções políticas que lhes dão apoio, uma empresa estatal é do povo, é do Brasil. Fazem que acreditem que as estatais são produtivas, lucrativas, bem geridas, recolhem impostos em dia, que nunca dão prejuízo. Talvez pensem assim porque essas estatais têm em suas diretorias, gerências e onde quer que possam dependurar mais companheros, os competentes políticos e apaniguados do PMDB (de Michel Temer, Sarney e Barbalho) ou do PTB (de Collor) ou do PP (de Maluf) ou do próprio PT (dos Zés Dirceu e Genuíno).
Dilma acusa Serra de ter sido um grande defensor da privatização da Vale (antiga Companhia Vale do Rio Doce). “-Serra, você foi a favor!”, bradava a candidata, quase que se babando toda. Puts! Dilma deixou a bola quicando na frente do gol sem goleiro e o Serra não foi capaz de chutá-la em direção a rede. Serra poderia ter feito algumas perguntas a Dilma (o Dr. Magalha - a Mãe Diná dos Campos Gerais e bajulador mor dessas plagas - pode responder, se quiser):
1) Quanto em impostos a Vale recolheu antes e depois de ser privatizada?
2) Qual era a produtividade da Vale antes e depois?
3) Qual era o faturamento da Vale quando era “do povo” e quando passou a ser uma empresa privada?
4) Em quantos países a Vale atuava antes e agora?
5) Quantos funcionários ela tinha e quantos passou a ter?
6) Quanto valia a Vale do Rio Doce e quanto vale a nova Vale?
7) Quanto que cada brasileiro ganhou em dividendos quando a Vale era “sua” e quanto o brasileiro acionista já ganhou depois que ela se tornou uma empresa privada? Entendeu a pergunta, Dr. Magalha? Vamos lá: quanto o Dr. recebeu em dividendos da Vale do Rio Doce quando a companhia era “sua e de todos os brasileiros” e quanto suas ações já renderam depois que ela foi privatizada?
8) E por fim, a última e mais importante pergunta: Dilma, responda sim ou não, você quer reestatizar a Vale?
Todas essas perguntas também podem ser feitas sobre outras empresas que foram privatizadas como, por exemplo, a Embraer. Esse papo bolivariano de empresa estatal ser empresa “do povo” é a maior mentira que pode existir. Empresa estatal é empresa do partido, dos políticos da base de apoio, dos apaniguados. Não é, nunca foi e nunca será “do povo brasileiro”.
O Estado não consegue cumprir decentemente com sua obrigação constitucional de oferecer educação, saúde e segurança aos brasileiros, agora quer ter empresa de mineração, metalúrgica, fabricante de aviões, de computadores, hotéis, cinemas, restaurantes, jornais, revistas, emissoras de rádio e TV...? Vamos pela mesma trilha de Cuba e Venezuela? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador acionista da Vale, “como o Dr. Magalha”.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
O Involucionista
* Tio Zeca
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Certamente você já ouviu falar ou já leu sobre o cientista inglês Charles Robert Darwin e sua teoria evolucionista. Desde quando Darwin começou seus estudos no século XIX, ele tem sido mal interpretado, criticado e, muitas vezes, ridicularizado por quem descrê do evolucionismo. Ao contrário do que Dr. Magalha afirma, Darwin nunca falou que o homem descende do macaco (pelo menos o que se entende por “homem normal”). Portanto, aqueles que justificam suas macaquices baseado em “seu” ancestral macaco devem procurar outra desculpa. A teoria evolucionista postulada por Darwin diz que os macacos e os humanos têm um ancestral comum, ou seja, o Dr. pode ficar tranquilo porque não descende dos macacos (provavelmente); só é um primo distante deles.
Por outro lado, os que abominam a teoria evolucionista de Darwin, por acreditarem na criação divina do homem, se unem aos criacionistas. Embora a teoria criacionista seja a mais aceita no mundo, cada religião tem sua própria versão para o surgimento do homem. Na mitologia grega, o homem é criação dos irmãos titãs Epimeteu e Prometeu. O primeiro criou o homem em barro, sem vida, já o segundo, por sua compaixão, deu-lhe a vida. Na mitologia chinesa, foi a solidão da deusa Nu Wa a motivação para a criação do homem. Ao ver sua sombra sobre as ondas de um rio, resolveu criar semelhantes para lhe fazerem companhia. Ainda na linha criacionista, os cristãos adotam a Bíblia como fonte que justifica a criação do homem. Deus criou o céu e a terra e depois o homem, que também veio do barro que recebeu seu assopro vital.
Agora surge uma terceira via: a Teoria da Involução, postulada pelo Dr. Magalha. Segundo o nobre cientista, ele não “evoluiu” (sic) e, portanto, não descende dos macacos, ou seja, em seu caso, o evolucionismo passou a andar de ré: se tornou no “involucionismo”. Os involucionistas, como o Dr., tem teorias meio esquisitas, características das mentes bolivarianas (mentes que não evoluíram). Veja algumas das suas teses:
1) O ensino público tem que ser pior que o ensino particular. Do contrário, as escolas particulares perderiam alunos para as escolas públicas. Genial!
2) O Brasil foi criado em 2003 pelo deus Lula. Dilma é a Afrodite, deusa do amor de Lula. Por ser a deusa do casamento, conseguiu matrimoniar Lula e seu governo “social” com Collor, Renan, Maluf, Sarney’s, Jader Barbalho, mensaleiros etc.
3) As estatais são melhores geridas que as empresas privadas porque elas são do “povo”. O Dr. é o único ser brasileiro que recebe dividendos da Petrobras, Eletrobras, Telebras e outras Bras só porque é brasileiro.
4) Cuba é uma democracia exemplar. Não existem prisioneiros políticos em Cuba, somente bandidos semelhantes aos que existem nos presídios de São Paulo.
5) Hugo Chavez é modelo de líder socialista democrático e de gestor competente de estatais. A Venezuela será a única economia latina a encolher (mais que 3%) neste ano, porém, claro que por causa do Império (EUA).
6) O doidão atômico iraniano Armadinhodesdejá tem o direito de fazer suas bombinhas atômicas sem que ninguém tenha o direito de questionar suas pretensões e de desconfiar da sua sanidade mental. Melhor ele armado porque assim todo mundo “se respeitará”.
Com os involucionistas bolivanianos nos governando, logo, logo, a telefonia será feita com sinais de fumaça.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e primo distante do macaco Tião e o Dr. Magalha deve ser primo-irmão.
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Certamente você já ouviu falar ou já leu sobre o cientista inglês Charles Robert Darwin e sua teoria evolucionista. Desde quando Darwin começou seus estudos no século XIX, ele tem sido mal interpretado, criticado e, muitas vezes, ridicularizado por quem descrê do evolucionismo. Ao contrário do que Dr. Magalha afirma, Darwin nunca falou que o homem descende do macaco (pelo menos o que se entende por “homem normal”). Portanto, aqueles que justificam suas macaquices baseado em “seu” ancestral macaco devem procurar outra desculpa. A teoria evolucionista postulada por Darwin diz que os macacos e os humanos têm um ancestral comum, ou seja, o Dr. pode ficar tranquilo porque não descende dos macacos (provavelmente); só é um primo distante deles.
Por outro lado, os que abominam a teoria evolucionista de Darwin, por acreditarem na criação divina do homem, se unem aos criacionistas. Embora a teoria criacionista seja a mais aceita no mundo, cada religião tem sua própria versão para o surgimento do homem. Na mitologia grega, o homem é criação dos irmãos titãs Epimeteu e Prometeu. O primeiro criou o homem em barro, sem vida, já o segundo, por sua compaixão, deu-lhe a vida. Na mitologia chinesa, foi a solidão da deusa Nu Wa a motivação para a criação do homem. Ao ver sua sombra sobre as ondas de um rio, resolveu criar semelhantes para lhe fazerem companhia. Ainda na linha criacionista, os cristãos adotam a Bíblia como fonte que justifica a criação do homem. Deus criou o céu e a terra e depois o homem, que também veio do barro que recebeu seu assopro vital.
Agora surge uma terceira via: a Teoria da Involução, postulada pelo Dr. Magalha. Segundo o nobre cientista, ele não “evoluiu” (sic) e, portanto, não descende dos macacos, ou seja, em seu caso, o evolucionismo passou a andar de ré: se tornou no “involucionismo”. Os involucionistas, como o Dr., tem teorias meio esquisitas, características das mentes bolivarianas (mentes que não evoluíram). Veja algumas das suas teses:
1) O ensino público tem que ser pior que o ensino particular. Do contrário, as escolas particulares perderiam alunos para as escolas públicas. Genial!
2) O Brasil foi criado em 2003 pelo deus Lula. Dilma é a Afrodite, deusa do amor de Lula. Por ser a deusa do casamento, conseguiu matrimoniar Lula e seu governo “social” com Collor, Renan, Maluf, Sarney’s, Jader Barbalho, mensaleiros etc.
3) As estatais são melhores geridas que as empresas privadas porque elas são do “povo”. O Dr. é o único ser brasileiro que recebe dividendos da Petrobras, Eletrobras, Telebras e outras Bras só porque é brasileiro.
4) Cuba é uma democracia exemplar. Não existem prisioneiros políticos em Cuba, somente bandidos semelhantes aos que existem nos presídios de São Paulo.
5) Hugo Chavez é modelo de líder socialista democrático e de gestor competente de estatais. A Venezuela será a única economia latina a encolher (mais que 3%) neste ano, porém, claro que por causa do Império (EUA).
6) O doidão atômico iraniano Armadinhodesdejá tem o direito de fazer suas bombinhas atômicas sem que ninguém tenha o direito de questionar suas pretensões e de desconfiar da sua sanidade mental. Melhor ele armado porque assim todo mundo “se respeitará”.
Com os involucionistas bolivanianos nos governando, logo, logo, a telefonia será feita com sinais de fumaça.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e primo distante do macaco Tião e o Dr. Magalha deve ser primo-irmão.
terça-feira, 17 de agosto de 2010
A Melhor Fase da Vida
* Tio Zeca
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Alguns até podem discordar, mas a maioria reconhece que a melhor fase da vida é a universitária. Descobre-se o mundo, desmama-se dos pais, sente-se ser dono de si e de seu tempo. É o momento em que o engajamento político é maior. Acredita-se na utopia de todos serem iguais, ganharem igualmente, terem as mesmas chances. Passa-se despercebido que na realidade uns são diferentes dos outros, alguns mais esforçados e dedicados, outros de corpo mole; alguns são mais inteligentes, outros menos; alguns que enxergam as oportunidades, outros que sequer as procuram. É época de sonhar na paz mundial.
É nessa fase da vida – a universitária – que as pessoas estão mais propensas em acreditar na ladainha socialista. Vestem-se com camisetas estampadas com o rosto de Che Guevara e decoram as repúblicas onde moram com quadros do Che, o maior assassino de cubanos, depois de Fidel. Mas a mensagem socialista não passa do canto da sereia: uma farsa.
Dia desses, uma jovem universitária e leitora do Página Um escreveu para a redação do jornal se mostrando indignada com a opinião de um empresário, que também tinha escrito para o editor. O empresário se queixava das bobagens escritas por um articulista esquerdista (todo mundo sabe quem é). A universitária, por sua vez, se queixava do empresário queixoso. Foi uma queixa geral! A jovem relata em sua cartinha que Lula lhe deu o Prouni e por isso não precisa pagar a universidade particular que cursa. Que antes, continua a jovem, “o pobre tinha que pagar depois com juros e correção monetária e com Lula não pagamos nada”. Uai! Mas quem é que paga a conta da universidade particular da jovem? Quem? Alguém tem algum palpite? Será o Benedito?
A conta é paga pelo empresário que ela critica, através dos impostos que ele recolhe. A conta também é paga por ela mesma, através dos impostos embutidos em tudo o que ela consome: dos alimentos, roupas, ao material escolar, do combustível do ônibus que a leva todos os dias até a universidade, à conta da luz que lhe permite estudar à noite. A “venda” que o pai da universitária tem “melhorou muito depois do Lula”, ou seja, seu pai também está pagando impostos para poder “dar” a universidade para a filha. Nunca antes neste país a carga tributária foi tão alta. Já beiramos os 40% do PIB, e não para de crescer.
Continua a carta entusiasmada: “O povo está comprando mais de tudo”. Seria ótimo se o “povo” tivesse dinheiro para comprar, mas não tem. O “povo” está se endividando cada vez mais e nunca antes na história deste país a dívida do “povo” foi tão alta. O pior de tudo é que o governo social de Lula acoberta a política de juros mais altos do mundo. Lula faz o socialismo as avessas: tira dos pobres e dá para os banqueiros e especuladores. Pagaremos mais de 300 bilhões de reais de juros da dívida pública, em 2010. É mais que 30 programas Bolsa Família que vão diretamente para as famílias dos banqueiros. Isso é governo social?
Mas como a esperança nunca morre (ainda mais para os jovens na fase universitária), a doença do socialismo tem cura. É só esperar amadurecer um pouco. Gabeira se curou, Palocci também. Um dia a jovem será salva.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que cursou universidade particular antes do Fies.
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Alguns até podem discordar, mas a maioria reconhece que a melhor fase da vida é a universitária. Descobre-se o mundo, desmama-se dos pais, sente-se ser dono de si e de seu tempo. É o momento em que o engajamento político é maior. Acredita-se na utopia de todos serem iguais, ganharem igualmente, terem as mesmas chances. Passa-se despercebido que na realidade uns são diferentes dos outros, alguns mais esforçados e dedicados, outros de corpo mole; alguns são mais inteligentes, outros menos; alguns que enxergam as oportunidades, outros que sequer as procuram. É época de sonhar na paz mundial.
É nessa fase da vida – a universitária – que as pessoas estão mais propensas em acreditar na ladainha socialista. Vestem-se com camisetas estampadas com o rosto de Che Guevara e decoram as repúblicas onde moram com quadros do Che, o maior assassino de cubanos, depois de Fidel. Mas a mensagem socialista não passa do canto da sereia: uma farsa.
Dia desses, uma jovem universitária e leitora do Página Um escreveu para a redação do jornal se mostrando indignada com a opinião de um empresário, que também tinha escrito para o editor. O empresário se queixava das bobagens escritas por um articulista esquerdista (todo mundo sabe quem é). A universitária, por sua vez, se queixava do empresário queixoso. Foi uma queixa geral! A jovem relata em sua cartinha que Lula lhe deu o Prouni e por isso não precisa pagar a universidade particular que cursa. Que antes, continua a jovem, “o pobre tinha que pagar depois com juros e correção monetária e com Lula não pagamos nada”. Uai! Mas quem é que paga a conta da universidade particular da jovem? Quem? Alguém tem algum palpite? Será o Benedito?
A conta é paga pelo empresário que ela critica, através dos impostos que ele recolhe. A conta também é paga por ela mesma, através dos impostos embutidos em tudo o que ela consome: dos alimentos, roupas, ao material escolar, do combustível do ônibus que a leva todos os dias até a universidade, à conta da luz que lhe permite estudar à noite. A “venda” que o pai da universitária tem “melhorou muito depois do Lula”, ou seja, seu pai também está pagando impostos para poder “dar” a universidade para a filha. Nunca antes neste país a carga tributária foi tão alta. Já beiramos os 40% do PIB, e não para de crescer.
Continua a carta entusiasmada: “O povo está comprando mais de tudo”. Seria ótimo se o “povo” tivesse dinheiro para comprar, mas não tem. O “povo” está se endividando cada vez mais e nunca antes na história deste país a dívida do “povo” foi tão alta. O pior de tudo é que o governo social de Lula acoberta a política de juros mais altos do mundo. Lula faz o socialismo as avessas: tira dos pobres e dá para os banqueiros e especuladores. Pagaremos mais de 300 bilhões de reais de juros da dívida pública, em 2010. É mais que 30 programas Bolsa Família que vão diretamente para as famílias dos banqueiros. Isso é governo social?
Mas como a esperança nunca morre (ainda mais para os jovens na fase universitária), a doença do socialismo tem cura. É só esperar amadurecer um pouco. Gabeira se curou, Palocci também. Um dia a jovem será salva.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que cursou universidade particular antes do Fies.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Ufa!
* Tio Zeca
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Ufa, essa foi por pouco! Esse foi o sentimento geral da petezada e dos esquerdistas festivos apoiadores de Dilma após o debate dos candidatos a presidente promovido pela Band e das entrevistas da “filha de Lula” no Jornal Nacional e no Globo News. Essa turma imaginava que Dilma se estreparia, que perderia as estribeiras, que daria com os burros n’água, que se sairia pior do que se saiu. Ufa! Ela não quebrou a cara. Os comentaristas chapas-brancas festejam: Dilma não foi bem, mas se deu bem.
Como a candidata que não vai bem num debate ou numa entrevista pode se dar bem? Mas será o Benedito? O que fez com que a expectativa de seus partidários fosse a pior possível? Por que, afinal, era previsível que Dilma não se saísse bem? Será que é porque deixou o rabo na porta ou por não ter experiência? Ou porque está sendo apenas “adestrada” pelos marqueteiros sem se aprofundar nos fatos ou por ser superficial, mesmo?
Talvez Dima tenha se dado “bem” no debate e nas entrevistas porque ninguém perguntou a ela o que deveria ser perguntado. Não lhe perguntaram, por exemplo, sobre sua militância comunista e seu envolvimento em ações terroristas como o seqüestro do embaixador americano. Não lhe perguntaram, também, sobre a relação de membros de seu partido, e seu próprio envolvimento, com as Farc. Esqueceram de perguntar-lhe sobre a dívida pública deixada por ela, Lula e a companherada aos brasileiros (que nunca antes na história deste país foi tão alta).
Durante o debate da Band, o único que lhe dirigiu uma pergunta mais específica foi o porra-louca do Plínio. Ele dava tiros para todos os lados, como nos bons tempos do comunismo, e um deles foi em direção de Dilma. Quis saber dos juros mais altos do mundo, que ultrapassarão os 300 bilhões de reais neste ano, e equivalem a mais de 30 vezes o Bolsa Família. Sabe o que Dilma respondeu? Nada, absolutamente nada. “Viva, viva!”, aplaudem os pelegos, apaniguados, interesseiros e simpatizantes. “Ela escapou de mais uma!”
Dilma fala, fala, fala, e não diz nada. Uma desconhecida, superficial, maquiada e adestrada pelos marqueteiros. Mas, afinal, onde estavam Marina e Serra no debate que não conseguiram “apertar” Dilma? Debaixo da mesa? Não, dizem os mais otimistas. Eles esconderam a munição porque a Globo acabou com a audiência do debate. A Band tradicionalmente mantinha 6% de audiência neste horário. A Globo, da Lili Marinho, amiga de Dilma, mudou o dia e horário do futebol para reduzir a audiência da Band. Deu certo. Foi só começar o debate (e o jogo na Globo), que a audiência da Band caiu pela metade. É por isso que o Dr. Magalha odeia a Globo – ela só se interessa pelas elite. Ufa! Essa foi por pouco. Vamos esperar a próxima partida.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que prefere o “fair play”.
zecacapitalista@gmail.com
www.zecacapitalista.blogspot.com
Ufa, essa foi por pouco! Esse foi o sentimento geral da petezada e dos esquerdistas festivos apoiadores de Dilma após o debate dos candidatos a presidente promovido pela Band e das entrevistas da “filha de Lula” no Jornal Nacional e no Globo News. Essa turma imaginava que Dilma se estreparia, que perderia as estribeiras, que daria com os burros n’água, que se sairia pior do que se saiu. Ufa! Ela não quebrou a cara. Os comentaristas chapas-brancas festejam: Dilma não foi bem, mas se deu bem.
Como a candidata que não vai bem num debate ou numa entrevista pode se dar bem? Mas será o Benedito? O que fez com que a expectativa de seus partidários fosse a pior possível? Por que, afinal, era previsível que Dilma não se saísse bem? Será que é porque deixou o rabo na porta ou por não ter experiência? Ou porque está sendo apenas “adestrada” pelos marqueteiros sem se aprofundar nos fatos ou por ser superficial, mesmo?
Talvez Dima tenha se dado “bem” no debate e nas entrevistas porque ninguém perguntou a ela o que deveria ser perguntado. Não lhe perguntaram, por exemplo, sobre sua militância comunista e seu envolvimento em ações terroristas como o seqüestro do embaixador americano. Não lhe perguntaram, também, sobre a relação de membros de seu partido, e seu próprio envolvimento, com as Farc. Esqueceram de perguntar-lhe sobre a dívida pública deixada por ela, Lula e a companherada aos brasileiros (que nunca antes na história deste país foi tão alta).
Durante o debate da Band, o único que lhe dirigiu uma pergunta mais específica foi o porra-louca do Plínio. Ele dava tiros para todos os lados, como nos bons tempos do comunismo, e um deles foi em direção de Dilma. Quis saber dos juros mais altos do mundo, que ultrapassarão os 300 bilhões de reais neste ano, e equivalem a mais de 30 vezes o Bolsa Família. Sabe o que Dilma respondeu? Nada, absolutamente nada. “Viva, viva!”, aplaudem os pelegos, apaniguados, interesseiros e simpatizantes. “Ela escapou de mais uma!”
Dilma fala, fala, fala, e não diz nada. Uma desconhecida, superficial, maquiada e adestrada pelos marqueteiros. Mas, afinal, onde estavam Marina e Serra no debate que não conseguiram “apertar” Dilma? Debaixo da mesa? Não, dizem os mais otimistas. Eles esconderam a munição porque a Globo acabou com a audiência do debate. A Band tradicionalmente mantinha 6% de audiência neste horário. A Globo, da Lili Marinho, amiga de Dilma, mudou o dia e horário do futebol para reduzir a audiência da Band. Deu certo. Foi só começar o debate (e o jogo na Globo), que a audiência da Band caiu pela metade. É por isso que o Dr. Magalha odeia a Globo – ela só se interessa pelas elite. Ufa! Essa foi por pouco. Vamos esperar a próxima partida.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que prefere o “fair play”.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Bolsa Banqueiro
* Tio Zeca
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Está chegando ao fim a era Lula. Graças a Deus para alguns, tristeza para outros. É hora de reflexão para decidirmos o futuro do país, já que Lula é passado. Quem está mais preparado para liderar o país pelos próximos quatro anos? Quem representa menor risco para a estabilidade política e econômica? Quem será mais capaz de levar educação, saúde e desenvolvimento econômico a cada rincão do país?
Dr. Magalha e uma cambada de bajuladores inflam o gogó para falar de Lula, de suas conquistas sociais, da grande transformação do Brasil em uma grande potência. Imaginam que essas “conquistas” possam se transformar em votos para Dilma. Porém, os mesmos puxa-sacos murcham as orelhas quando o assunto é mensalão, aparelhamento do Estado pela companherada, bajulação de ditadores sanguinários por Lula, a desastrada política externa bolivariana, uso do BNDES para favorecer setores econômicos privilegiados, a ligação de membros do partido com as Farc, o Lulinha, os juros mais altos do mundo...
A petezada alerta: Serra vencendo, será o fim do Bolsa Família! Adoram esse terrorismo eleitoreiro. Mas, esquecem de falar do Bolsa Banqueiro. Afinal, Serra também acabará com o Bolsa Banqueiro? Você não conhece o Bolsa Banqueiro? Mas será o Benedito?
Enquanto o programa Bolsa Família distribui pouco menos de 1 bilhão de reais por mês para as 12 milhões de famílias cadastradas, o governo Lula paga os juros mais altos do mundo para banqueiros e especuladores. Ao trocar a dívida externa por uma dívida interna, o governo bolivariano de Lula encareceu em cerca de 3 vezes o chamado “serviço da dívida” – aquilo que pagamos apenas para poder rolar a dívida. O resultado dessa contabilidade “lusitana” é pagarmos cerca de 300 bilhões de reais por ano em juros para os banqueiros e especuladores.
O banco Itaú-Unibanco anunciou o maior lucro da história: 6 bilhões e 400 milhões de reais nos primeiros 6 meses de 2010. Ou seja, a política dos juros mais altos do mundo de Lula, Dilma e companherada permite que um banco privado lucre mais por mês do que o governo federal distribui através do programa Bolsa Família. O Bolsa Banqueiro das famílias Setúbal e Moreira Salles equivale ao Bolsa Família de 12 milhões de famílias brasileiras pobres. Esse é o Brasil social de Lula.
O Banco Santander lucrou “pouco” no semestre: apenas 2 bilhões de reais. Já o Bradesco atingiu 4 bilhões e 600 milhões no mesmo período. Juntos, Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander lucraram 13 bilhões em 2010. O Bolsa Banqueiro de Lula (só para essas 3 famílias de bancos) é o dobro do Bolsa Família que atende 45 milhões de brasileiros. É pra acabar, não é?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que quer o fim do Bolsa.
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Está chegando ao fim a era Lula. Graças a Deus para alguns, tristeza para outros. É hora de reflexão para decidirmos o futuro do país, já que Lula é passado. Quem está mais preparado para liderar o país pelos próximos quatro anos? Quem representa menor risco para a estabilidade política e econômica? Quem será mais capaz de levar educação, saúde e desenvolvimento econômico a cada rincão do país?
Dr. Magalha e uma cambada de bajuladores inflam o gogó para falar de Lula, de suas conquistas sociais, da grande transformação do Brasil em uma grande potência. Imaginam que essas “conquistas” possam se transformar em votos para Dilma. Porém, os mesmos puxa-sacos murcham as orelhas quando o assunto é mensalão, aparelhamento do Estado pela companherada, bajulação de ditadores sanguinários por Lula, a desastrada política externa bolivariana, uso do BNDES para favorecer setores econômicos privilegiados, a ligação de membros do partido com as Farc, o Lulinha, os juros mais altos do mundo...
A petezada alerta: Serra vencendo, será o fim do Bolsa Família! Adoram esse terrorismo eleitoreiro. Mas, esquecem de falar do Bolsa Banqueiro. Afinal, Serra também acabará com o Bolsa Banqueiro? Você não conhece o Bolsa Banqueiro? Mas será o Benedito?
Enquanto o programa Bolsa Família distribui pouco menos de 1 bilhão de reais por mês para as 12 milhões de famílias cadastradas, o governo Lula paga os juros mais altos do mundo para banqueiros e especuladores. Ao trocar a dívida externa por uma dívida interna, o governo bolivariano de Lula encareceu em cerca de 3 vezes o chamado “serviço da dívida” – aquilo que pagamos apenas para poder rolar a dívida. O resultado dessa contabilidade “lusitana” é pagarmos cerca de 300 bilhões de reais por ano em juros para os banqueiros e especuladores.
O banco Itaú-Unibanco anunciou o maior lucro da história: 6 bilhões e 400 milhões de reais nos primeiros 6 meses de 2010. Ou seja, a política dos juros mais altos do mundo de Lula, Dilma e companherada permite que um banco privado lucre mais por mês do que o governo federal distribui através do programa Bolsa Família. O Bolsa Banqueiro das famílias Setúbal e Moreira Salles equivale ao Bolsa Família de 12 milhões de famílias brasileiras pobres. Esse é o Brasil social de Lula.
O Banco Santander lucrou “pouco” no semestre: apenas 2 bilhões de reais. Já o Bradesco atingiu 4 bilhões e 600 milhões no mesmo período. Juntos, Itaú-Unibanco, Bradesco e Santander lucraram 13 bilhões em 2010. O Bolsa Banqueiro de Lula (só para essas 3 famílias de bancos) é o dobro do Bolsa Família que atende 45 milhões de brasileiros. É pra acabar, não é?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que quer o fim do Bolsa.
quinta-feira, 29 de julho de 2010
O Oráculo
* Tio Zeca
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Dr. Magalha é um cara legal, não acha? Tá bem, se não é legal, pelo menos criativo ele é. Seu QI é alto. Tudo bem, QI mediano. Consegue antever o futuro como um Nostradamus tupiniquim. Manja de tudo, do grão de areia ao angu da baleia. Entende de futebol, política, engenharia, educação, bajulação...
A “Mãe Diná” do Página 1 disse que o Brasil ganharia da Holanda, que Osmar Dias não seria candidato a governador, que Moacyr sairia candidato a deputado, que ... Dá pra perceber que o cara entende! Tá mais pra aquele macaco africano que não acertou nenhum palpite nos resultados dos jogos da Copa do que para o polvo Paul, que acertou todos.
No campo da educação, é um especialista. Suas teorias são de arrepiar. Diz que não adianta melhorar o ensino público porque o ensino particular sempre será melhor. Melhor deixar como está. Sobre a avaliação do Ideb, diz que as escolas particulares são um pouco melhores que as públicas e que tem que ser assim mesmo. Afinal, se os resultados fossem iguais, ninguém pagaria para seus filhos estudarem nas escolas particulares; todos estariam estudando em escolas públicas. Inteligente esse doutor!
A nota do Ideb da rede pública no estado do Paraná foi 5,2. Para as escolas particulares, a nota do Ideb salta para 6,8. Essa “pequena” diferença poderia ser menor ainda. Sabe como? Piorar o ensino particular para ficar com nota parecida? Mas será o Benedito? Claro que não. Basta ter uma lei que obrigue todos os prefeitos, governadores, deputados, senadores, secretários de educação e de outras pastas, assessores de alto escalão em “cargos de confiança”, professores e diretores de escolas da rede pública a matricular seus filhos em escolas públicas. Nenhum deles poderia ter filhos estudando em escolas particulares. Rapidinho, rapidinho, chegaríamos a índices decentes.
Bajular políticos não fará com que os índices de avaliação do ensino melhorem. Na verdade, puxar o saco deles só faz demonstrar a sua ignorância. É típico de países subdesenvolvidos. Cobrar resultado dos gestores públicos e dos políticos é o caminho. Acreditar na história que falta dinheiro para se construir um sistema educacional público decente também é demonstrar ignorância. Um país com a carga tributária batendo perto de 40% do PIB, que arrecadará 1 trilhão e 600 bilhões de reais neste ano em impostos, que é capaz de “queimar” cerca de 300 bilhões de reais por ano pagando juros para banqueiros e especuladores, não pode dizer que não tem dinheiro. Pode não ter vontade. Pode não ter capacidade, nem vergonha, mas dinheiro tem.
Agora, se você quer saber quem vencerá as próximas eleições, faça uma consulta ao Oráculo do Página 1. Ele não erra uma!
* Tio Zeca é seca-pimenteira que prefere o Mister M.
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Dr. Magalha é um cara legal, não acha? Tá bem, se não é legal, pelo menos criativo ele é. Seu QI é alto. Tudo bem, QI mediano. Consegue antever o futuro como um Nostradamus tupiniquim. Manja de tudo, do grão de areia ao angu da baleia. Entende de futebol, política, engenharia, educação, bajulação...
A “Mãe Diná” do Página 1 disse que o Brasil ganharia da Holanda, que Osmar Dias não seria candidato a governador, que Moacyr sairia candidato a deputado, que ... Dá pra perceber que o cara entende! Tá mais pra aquele macaco africano que não acertou nenhum palpite nos resultados dos jogos da Copa do que para o polvo Paul, que acertou todos.
No campo da educação, é um especialista. Suas teorias são de arrepiar. Diz que não adianta melhorar o ensino público porque o ensino particular sempre será melhor. Melhor deixar como está. Sobre a avaliação do Ideb, diz que as escolas particulares são um pouco melhores que as públicas e que tem que ser assim mesmo. Afinal, se os resultados fossem iguais, ninguém pagaria para seus filhos estudarem nas escolas particulares; todos estariam estudando em escolas públicas. Inteligente esse doutor!
A nota do Ideb da rede pública no estado do Paraná foi 5,2. Para as escolas particulares, a nota do Ideb salta para 6,8. Essa “pequena” diferença poderia ser menor ainda. Sabe como? Piorar o ensino particular para ficar com nota parecida? Mas será o Benedito? Claro que não. Basta ter uma lei que obrigue todos os prefeitos, governadores, deputados, senadores, secretários de educação e de outras pastas, assessores de alto escalão em “cargos de confiança”, professores e diretores de escolas da rede pública a matricular seus filhos em escolas públicas. Nenhum deles poderia ter filhos estudando em escolas particulares. Rapidinho, rapidinho, chegaríamos a índices decentes.
Bajular políticos não fará com que os índices de avaliação do ensino melhorem. Na verdade, puxar o saco deles só faz demonstrar a sua ignorância. É típico de países subdesenvolvidos. Cobrar resultado dos gestores públicos e dos políticos é o caminho. Acreditar na história que falta dinheiro para se construir um sistema educacional público decente também é demonstrar ignorância. Um país com a carga tributária batendo perto de 40% do PIB, que arrecadará 1 trilhão e 600 bilhões de reais neste ano em impostos, que é capaz de “queimar” cerca de 300 bilhões de reais por ano pagando juros para banqueiros e especuladores, não pode dizer que não tem dinheiro. Pode não ter vontade. Pode não ter capacidade, nem vergonha, mas dinheiro tem.
Agora, se você quer saber quem vencerá as próximas eleições, faça uma consulta ao Oráculo do Página 1. Ele não erra uma!
* Tio Zeca é seca-pimenteira que prefere o Mister M.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
A Culpa é do Sofá
* Tio Zeca
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Tem muitas maneiras de se acabar com um problema. A mais simples é ignorar a causa do problema. Veja um exemplo disso:
Certa feita, o maridão chegou fora de hora em casa, o que jamais seria previsto pela sua linda e ligeira esposa, já que o dito cujo tinha que bater cartão. Surpresa na hora errada. Não é que il cornuto encontra a digníssima no maior rala e rola com o Ricardão em seu sofá novo?! Sabe como o desgraçado resolveu o problema? Vendeu o sofá.
Todo mundo sabe que tem muita gente que vende o sofá achando que os seus probrema acabaram. Veja o que está acontecendo nas rodovias com pistas duplas que passam por nossa região. A pretensão do governo e dos concessionários dessas rodovias é que elas sejam vistas como modernas e seguras, verdadeiras autoestradas de primeiro mundo (inclusive pelo alto valor dos pedágios). Na verdade não são seguras. Em nenhuma rodovia duplicada de alta velocidade (110 km/h ou mais) no primeiro mundo pode haver cruzamentos em nível, acessos diretos de estradas vicinais sem pista de desaceleração e aceleração. As nossas rodovias de “primeiro mundo” são assim, digamos, uma exceção. Conseguem ter lombadas (veja Ponta Grossa), semáforo (veja Campo Largo), diversos cruzamentos e retornos em nível, falta de passarelas em áreas urbanas (veja Carambeí) e até o absurdo de uma rotatória furada e com ponto de ônibus no seu interior (veja o trevo de acesso principal de Castro). De Castro a Curitiba, são pelo menos 40 obstáculos (cruzamentos, lombadas, radares, semáforos...) na autoestrada tupiniquim, em média um a cada 4 km. Parece mais uma pista de corrida com obstáculos.
Essas rodovias “de primeiro mundo” matam cada vez mais pessoas. Os cruzamentos em nível e a falta de passarelas em locais populosos deve ser a maior causa de mortes nessas estradas. A culpa é dos motoristas que não respeitam as placas de sinalização e o limite de velocidade; mas será somente deles? Será do Benedito?
Você sabe qual é a solução que alguns aplaudem? Colocação de radares (inoperantes!), lombadas e semáforos. Daqui a pouco, também aplaudirão a construção de mata-burros e de porteiras nas rodovias. O motorista pára e abre a porteira para passar, assim terá que reduzir a velocidade num local de cruzamento em nível. Afinal, por que não resolver o problema de forma definitiva construindo viadutos e trincheiras para acabar com os cruzamentos em nível, alambrados e passarelas nas áreas urbanas cortadas por essas estradas? Faltam recursos financeiros? Que tal usar o dinheiro dos pedágios?
Não faltará quem defenda que é melhor colocar lombada, semáforo e radar que não funciona do que não fazer nada. Tolice. O melhor é resolver o problema, definitivamente.
Segundo o Dr. Magalha, a culpa pelos acidentes não é da rodovia mal projetada. A culpa é da falta de radar, de lombada, de semáforo, de porteira... A culpa é do sofá!
* Tio Zeca é seca-pimenteira que prefere poltronas e apóia o movimento galáctico “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
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Tem muitas maneiras de se acabar com um problema. A mais simples é ignorar a causa do problema. Veja um exemplo disso:
Certa feita, o maridão chegou fora de hora em casa, o que jamais seria previsto pela sua linda e ligeira esposa, já que o dito cujo tinha que bater cartão. Surpresa na hora errada. Não é que il cornuto encontra a digníssima no maior rala e rola com o Ricardão em seu sofá novo?! Sabe como o desgraçado resolveu o problema? Vendeu o sofá.
Todo mundo sabe que tem muita gente que vende o sofá achando que os seus probrema acabaram. Veja o que está acontecendo nas rodovias com pistas duplas que passam por nossa região. A pretensão do governo e dos concessionários dessas rodovias é que elas sejam vistas como modernas e seguras, verdadeiras autoestradas de primeiro mundo (inclusive pelo alto valor dos pedágios). Na verdade não são seguras. Em nenhuma rodovia duplicada de alta velocidade (110 km/h ou mais) no primeiro mundo pode haver cruzamentos em nível, acessos diretos de estradas vicinais sem pista de desaceleração e aceleração. As nossas rodovias de “primeiro mundo” são assim, digamos, uma exceção. Conseguem ter lombadas (veja Ponta Grossa), semáforo (veja Campo Largo), diversos cruzamentos e retornos em nível, falta de passarelas em áreas urbanas (veja Carambeí) e até o absurdo de uma rotatória furada e com ponto de ônibus no seu interior (veja o trevo de acesso principal de Castro). De Castro a Curitiba, são pelo menos 40 obstáculos (cruzamentos, lombadas, radares, semáforos...) na autoestrada tupiniquim, em média um a cada 4 km. Parece mais uma pista de corrida com obstáculos.
Essas rodovias “de primeiro mundo” matam cada vez mais pessoas. Os cruzamentos em nível e a falta de passarelas em locais populosos deve ser a maior causa de mortes nessas estradas. A culpa é dos motoristas que não respeitam as placas de sinalização e o limite de velocidade; mas será somente deles? Será do Benedito?
Você sabe qual é a solução que alguns aplaudem? Colocação de radares (inoperantes!), lombadas e semáforos. Daqui a pouco, também aplaudirão a construção de mata-burros e de porteiras nas rodovias. O motorista pára e abre a porteira para passar, assim terá que reduzir a velocidade num local de cruzamento em nível. Afinal, por que não resolver o problema de forma definitiva construindo viadutos e trincheiras para acabar com os cruzamentos em nível, alambrados e passarelas nas áreas urbanas cortadas por essas estradas? Faltam recursos financeiros? Que tal usar o dinheiro dos pedágios?
Não faltará quem defenda que é melhor colocar lombada, semáforo e radar que não funciona do que não fazer nada. Tolice. O melhor é resolver o problema, definitivamente.
Segundo o Dr. Magalha, a culpa pelos acidentes não é da rodovia mal projetada. A culpa é da falta de radar, de lombada, de semáforo, de porteira... A culpa é do sofá!
* Tio Zeca é seca-pimenteira que prefere poltronas e apóia o movimento galáctico “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Miojo
* Tio Zeca
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Seria divertido se não fosse triste. Estamos numa sinuca de bico, sem nenhuma alternativa viável e empolgante. Pare para pensar sobre nossas opções: Dilma Mandela, Serra Sem Fio e Marina Sem Molho Silva.
A favorita nas últimas pesquisas eleitorais representa a continuidade, o mesmo do que tivemos nos últimos sete anos e meio. Para alguns, é a continuidade dos escândalos de corrupção, mensalão, espionagem, política externa irresponsável e medidas populistas tipo chavista. Para os que defendem sua pretensão presidencial, é uma grande executiva, excelente auxiliar do Papa Lula, a vovó do PAC e dona de uma biografia “muitíssimo parecida” com a de Mandela. Ou seja, sem Dilma estaríamos condenados ao atraso, ao retrocesso, ao abismo. Porém, algumas perguntas precisam ser respondidas pela turma que apóia o “mais do mesmo”:
1) Se Dilma contribuiu para a redemocratização do Brasil ou só para o movimento comunista que queria instalar uma ditadura do proletariado em nosso país. Alguém tem uma só foto da Dilma na campanha pelas Diretas Já? Nenhuma, sequer?
2) Se Dilma apoiou a anistia geral e irrestrita. Alguém tem alguma foto, mesmo que 3x4, da Dilma em uma passeata pela anistia?
3) E na Constituinte? O que fazia Dilma quando o Congresso Nacional aprovava a “Constituição Cidadã”? Nenhuma foto dela em evento de apoio a nossa nova Carta?
4) Certamente haverá pelo menos uma fotinho de Dilma nas passeatas pelo impeachment de Collor. Não tem?
5) Uma declaração, entrevista ou artigo da Dilma contra a roubalheira do mensalão ou do dinheiro na cueca da petezada? Niente.
6) Um trabalho social voluntário feito pela cidadã Dilma? Alguém viu ou ouviu falar? Nada? Mas será o Benedito?
7) Dá para comparar a biografia de Nelson Mandela com o apagão biográfico de Dilma?
Quanto ao Serra Sem Fio? Tem uma biografia maior e mais respeitável do que Dilma, sem dúvida alguma. Tem experiência política e administrativa, mas cá pra nós: tá faltando fio na sua serra. É de esquerda e não representa a direita. Tornou-se um candidato confuso porque teme criticar o presidente que fez o Brasil por causa de sua altíssima aprovação popular. Tem que se mostrar oposição para uns e continuidade para outros. Depois da lambança para escolha de seu vice, optou por um índio qualquer. Hoje é um candidato sem bandeira, que fica no muro, e por isso, se continuar assim, se estrepará fácil. Afinal, ou é, ou não é.
A Marina Sem Molho Silva está na mesma situação de Serra. Não pode criticar o Papa Lula por medo de perder votos e por ter sido de seu partido e sua ministra. De outro lado, precisa também se mostrar como oposição, já que existe só um candidato da situação. Tem uma biografia invejável para Dilma e respeitável para Serra, mas está mais para Madre Teresa de Calcutá do que para uma presidente com capacidade de liderar e de administrar o Brasil.
Marina e Serra, hoje, estão mais para Miojo, um macarrãozinho sem graça, do que para um spaghetti ai fruti di mare. Enquanto não aparece molho, temos que engolir Dilma, mesmo que a seco.
* Tio Zeca é seca-pimenteira apoiador do movimento universal “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
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Seria divertido se não fosse triste. Estamos numa sinuca de bico, sem nenhuma alternativa viável e empolgante. Pare para pensar sobre nossas opções: Dilma Mandela, Serra Sem Fio e Marina Sem Molho Silva.
A favorita nas últimas pesquisas eleitorais representa a continuidade, o mesmo do que tivemos nos últimos sete anos e meio. Para alguns, é a continuidade dos escândalos de corrupção, mensalão, espionagem, política externa irresponsável e medidas populistas tipo chavista. Para os que defendem sua pretensão presidencial, é uma grande executiva, excelente auxiliar do Papa Lula, a vovó do PAC e dona de uma biografia “muitíssimo parecida” com a de Mandela. Ou seja, sem Dilma estaríamos condenados ao atraso, ao retrocesso, ao abismo. Porém, algumas perguntas precisam ser respondidas pela turma que apóia o “mais do mesmo”:
1) Se Dilma contribuiu para a redemocratização do Brasil ou só para o movimento comunista que queria instalar uma ditadura do proletariado em nosso país. Alguém tem uma só foto da Dilma na campanha pelas Diretas Já? Nenhuma, sequer?
2) Se Dilma apoiou a anistia geral e irrestrita. Alguém tem alguma foto, mesmo que 3x4, da Dilma em uma passeata pela anistia?
3) E na Constituinte? O que fazia Dilma quando o Congresso Nacional aprovava a “Constituição Cidadã”? Nenhuma foto dela em evento de apoio a nossa nova Carta?
4) Certamente haverá pelo menos uma fotinho de Dilma nas passeatas pelo impeachment de Collor. Não tem?
5) Uma declaração, entrevista ou artigo da Dilma contra a roubalheira do mensalão ou do dinheiro na cueca da petezada? Niente.
6) Um trabalho social voluntário feito pela cidadã Dilma? Alguém viu ou ouviu falar? Nada? Mas será o Benedito?
7) Dá para comparar a biografia de Nelson Mandela com o apagão biográfico de Dilma?
Quanto ao Serra Sem Fio? Tem uma biografia maior e mais respeitável do que Dilma, sem dúvida alguma. Tem experiência política e administrativa, mas cá pra nós: tá faltando fio na sua serra. É de esquerda e não representa a direita. Tornou-se um candidato confuso porque teme criticar o presidente que fez o Brasil por causa de sua altíssima aprovação popular. Tem que se mostrar oposição para uns e continuidade para outros. Depois da lambança para escolha de seu vice, optou por um índio qualquer. Hoje é um candidato sem bandeira, que fica no muro, e por isso, se continuar assim, se estrepará fácil. Afinal, ou é, ou não é.
A Marina Sem Molho Silva está na mesma situação de Serra. Não pode criticar o Papa Lula por medo de perder votos e por ter sido de seu partido e sua ministra. De outro lado, precisa também se mostrar como oposição, já que existe só um candidato da situação. Tem uma biografia invejável para Dilma e respeitável para Serra, mas está mais para Madre Teresa de Calcutá do que para uma presidente com capacidade de liderar e de administrar o Brasil.
Marina e Serra, hoje, estão mais para Miojo, um macarrãozinho sem graça, do que para um spaghetti ai fruti di mare. Enquanto não aparece molho, temos que engolir Dilma, mesmo que a seco.
* Tio Zeca é seca-pimenteira apoiador do movimento universal “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Abandone o Luxo ou sua Pregação
* Tio Zeca
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É uma história interessante, apesar de ter acontecido lá na França, há 800 anos, porque ainda é atual para alguns personagens de nossa cidadezinha. Acompanhe:
Os papas daquela época (medieval) consideravam os cátaros hereges, com crenças perigosamente subversivas. Os cátaros acreditavam que o mundo era mau e que havia sido criado pelo capeta. Acreditavam que os seres humanos passavam por uma série de reencarnações antes de se tornarem espíritos puros, o que representa a presença de Deus do Amor. Eles tinham uma vida simples e viviam longe da luxúria e da auto-indulgência.
Os cátaros eram totalmente contrários à doutrina católica e se referiam a Igreja Romana como imoral e corrupta - política e espiritualmente. Foram épocas difíceis para Igreja Romana. Era mais que natural que a Igreja desejasse expurgar tais idéias. O extermínio dos cátaros e a extinção da seita cátara faziam parte da plataforma eleitoral dos pretendentes a se tornarem papas.
O comandante militar da Cruzada Albigense era o bispo Arnold Amaury, que exercia o bispado em Citeaux com todas as honras, luxo e vantagens que a posição lhe oferecia. Certa vez, todo pomposo, coberto de veludos e ouro - luxo digno de um príncipe - apareceu com seu cortejo para pregar aos cátaros, falando como se fosse um Apóstolo. As pessoas descrentes das convicções cristãs do bispo cruzado gritavam: “abandone o luxo ou sua pregação!”.
Voltando para nossa cidadezinha oito séculos depois, vemos que alguns personagens locais também merecem escutar o grito de “abandone o luxo ou sua pregação”. Gente que defende o socialismo, desde que se divida o que pertence aos outros e não o seu patrimônio. Pessoas que apóiam os sem-terra, desde que não invadam sua terra. Aqueles que defendem ditadores como os irmãos Castro, o porra-louca Chávez e o cocaleiro Morales, mas que nem sonham ir morar naqueles paraísos bolivarianos. Ainda, os que defendem o doidão iraniano Armadinhodesdejá em sua pretensão atômica, mas que jamais iriam viver na república democrática islâmica do Irã. Gente que anda de Mercedes-Benz, mas que diz que só tem fusca. Os que querem um país melhor, com um Estado cada vez maior e mais atuante (“mais forte”), mas que não dão recibos pelos serviços prestados ou nota fiscal da mercadoria vendida. Esquerdistas festivos que culpam as elite, a direita, o Império, a Globo e a Veja pela miséria dos brasileiros, mas que comem com talheres de ouro no restaurante mais caro do mundo. Para todos esses patriotas demagogos, o nosso grito estridente de vuvuzela: “abandone o luxo ou sua pregação”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira que apóia a campanha interplanetária do “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
zecacapitalista@gmail.com
www.zecacapitalista.blogspot.com
É uma história interessante, apesar de ter acontecido lá na França, há 800 anos, porque ainda é atual para alguns personagens de nossa cidadezinha. Acompanhe:
Os papas daquela época (medieval) consideravam os cátaros hereges, com crenças perigosamente subversivas. Os cátaros acreditavam que o mundo era mau e que havia sido criado pelo capeta. Acreditavam que os seres humanos passavam por uma série de reencarnações antes de se tornarem espíritos puros, o que representa a presença de Deus do Amor. Eles tinham uma vida simples e viviam longe da luxúria e da auto-indulgência.
Os cátaros eram totalmente contrários à doutrina católica e se referiam a Igreja Romana como imoral e corrupta - política e espiritualmente. Foram épocas difíceis para Igreja Romana. Era mais que natural que a Igreja desejasse expurgar tais idéias. O extermínio dos cátaros e a extinção da seita cátara faziam parte da plataforma eleitoral dos pretendentes a se tornarem papas.
O comandante militar da Cruzada Albigense era o bispo Arnold Amaury, que exercia o bispado em Citeaux com todas as honras, luxo e vantagens que a posição lhe oferecia. Certa vez, todo pomposo, coberto de veludos e ouro - luxo digno de um príncipe - apareceu com seu cortejo para pregar aos cátaros, falando como se fosse um Apóstolo. As pessoas descrentes das convicções cristãs do bispo cruzado gritavam: “abandone o luxo ou sua pregação!”.
Voltando para nossa cidadezinha oito séculos depois, vemos que alguns personagens locais também merecem escutar o grito de “abandone o luxo ou sua pregação”. Gente que defende o socialismo, desde que se divida o que pertence aos outros e não o seu patrimônio. Pessoas que apóiam os sem-terra, desde que não invadam sua terra. Aqueles que defendem ditadores como os irmãos Castro, o porra-louca Chávez e o cocaleiro Morales, mas que nem sonham ir morar naqueles paraísos bolivarianos. Ainda, os que defendem o doidão iraniano Armadinhodesdejá em sua pretensão atômica, mas que jamais iriam viver na república democrática islâmica do Irã. Gente que anda de Mercedes-Benz, mas que diz que só tem fusca. Os que querem um país melhor, com um Estado cada vez maior e mais atuante (“mais forte”), mas que não dão recibos pelos serviços prestados ou nota fiscal da mercadoria vendida. Esquerdistas festivos que culpam as elite, a direita, o Império, a Globo e a Veja pela miséria dos brasileiros, mas que comem com talheres de ouro no restaurante mais caro do mundo. Para todos esses patriotas demagogos, o nosso grito estridente de vuvuzela: “abandone o luxo ou sua pregação”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira que apóia a campanha interplanetária do “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Cotas para Espermatozóides
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Não é justo que os mais lentos, os mais vagarosos, os lerdinhos não alcancem seu objetivo. Não interessa se remam contra a maré, se nadam de ré ou se seu cavalo é um pangaré, todos merecem um lugar ao sol. Não é lindo?
O Júlio (fã do Tio e desafeto do doutor) tem razão: daqui a pouco o Dr. Magalha, justo que só ele, irá lançar a campanha de Cotas para os Espermatozóides. Afinal, por que só um espermatozóide pode penetrar o óvulo? Dr. Magalha justifica a campanha de cotas porque os espermatozóides que aprenderam a nadar (ou tentaram aprender) em escolas públicas terão uma grande desvantagem em relação aqueles vindos de escolas particulares. Segundo sua grande e maravilhosa tese, não adianta melhorar o ensino nas escolas públicas porque quanto melhores elas ficarem, melhores ainda serão as escolas particulares. Entendeu? Não? Mas será o Benedito? O Dr. Magalha diz que é melhor deixar o ensino público na porcaria que é porque nunca conseguirá ser melhor que o ensino particular. Inteligente esse doutor!
Voltando para dentro do saco, os espermatozóides que se declararem afrodescendentes receberão cotas para também penetrarem no óvulo. É justo, defende o Dr. Magalha. Não interessa se o fulano em questão não tenha se dedicado a fundo para merecer o lugar. Não interessa se os outros que se declaram “comuns” terão que se dedicar em dobro porque as políticas de cotas lhe reduziram a chance de chegar lá. Meritocracia pra porra nenhuma! O que vale é a “raça” (como se existissem raças humanas!) e não “ter raça”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador-tuitero apoiador do movimento mundial “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
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Não é justo que os mais lentos, os mais vagarosos, os lerdinhos não alcancem seu objetivo. Não interessa se remam contra a maré, se nadam de ré ou se seu cavalo é um pangaré, todos merecem um lugar ao sol. Não é lindo?
O Júlio (fã do Tio e desafeto do doutor) tem razão: daqui a pouco o Dr. Magalha, justo que só ele, irá lançar a campanha de Cotas para os Espermatozóides. Afinal, por que só um espermatozóide pode penetrar o óvulo? Dr. Magalha justifica a campanha de cotas porque os espermatozóides que aprenderam a nadar (ou tentaram aprender) em escolas públicas terão uma grande desvantagem em relação aqueles vindos de escolas particulares. Segundo sua grande e maravilhosa tese, não adianta melhorar o ensino nas escolas públicas porque quanto melhores elas ficarem, melhores ainda serão as escolas particulares. Entendeu? Não? Mas será o Benedito? O Dr. Magalha diz que é melhor deixar o ensino público na porcaria que é porque nunca conseguirá ser melhor que o ensino particular. Inteligente esse doutor!
Voltando para dentro do saco, os espermatozóides que se declararem afrodescendentes receberão cotas para também penetrarem no óvulo. É justo, defende o Dr. Magalha. Não interessa se o fulano em questão não tenha se dedicado a fundo para merecer o lugar. Não interessa se os outros que se declaram “comuns” terão que se dedicar em dobro porque as políticas de cotas lhe reduziram a chance de chegar lá. Meritocracia pra porra nenhuma! O que vale é a “raça” (como se existissem raças humanas!) e não “ter raça”.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador-tuitero apoiador do movimento mundial “Cala Boca, Dr. Magalha” (twitter.com/calabocamagalha).
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Cala Boca, Dr. Magalha
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Tio Zeca voltou revigorado pelas longas férias que tirou. Férias do tipo de bolivariano governante, mas paga do próprio bolso em suaves parcelas financiadas pelo Amex Platinum, sem nenhum dindim público, nem cartão corporativo. Hotel cinco estrelas, restaurantes gourmet, carro de luxo, first class... Voltou para desespero do Dr. Magalha, da petezada, dos bolivarianos e dos ignorantes em geral, e para a alegria dos destros.
Como ficou longe do Página Um por tanto tempo, o Tio resolveu ler algumas edições publicadas durante suas merecidas férias sabáticas. Parece que a síndrome do puxa-saquismo que contaminou o articulista mais assíduo do diário continua a pleno vapor. Não tem governante local, e na região dos Campos Gerais, que não teve o saco alongado pelo bajulador articulista. De vereador a secretário municipal, de prefeito a deputado da região. Todos, sem exceção, bajulados. Basta ser governante. Nem dá pra comentar do endeusamento do Papa Lula e da Dilma Mandela.
Tio Zeca se une aos leitores Armando Tomazzoni, André Bueno, Tailson Sutil e Luigi Flores para protestar das bobagens bolivarinas publicadas no Página Um. Aproveitando a onda do Cala Boca Galvão, está lançada a campanha mundial do Cala Boca, Dr. Magalha. Pode ser que o alcance mundialmente pretendido para a campanha se restrinja a região metropolitana de Castro, por total falta de interesse dos leitores no assunto, mas não tem problema. A ideia de copiar algo genial já é por si só genial. No caso original, o do Galvão, o bicho é o papagaio. No caso do Dr. Magalha, o bicho é o urubu de cabelo acaju - ave exótica ameaçada de extinção.
Faça como esses leitores de pouca paciência com bolivarianos e sente o sarrafo no Dr. Magalha. Acesse o twitter http://twitter.com/calabocamagalha ou o blog e descasque a lenha. Tá esperando o que? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador-tuitero.
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Tio Zeca voltou revigorado pelas longas férias que tirou. Férias do tipo de bolivariano governante, mas paga do próprio bolso em suaves parcelas financiadas pelo Amex Platinum, sem nenhum dindim público, nem cartão corporativo. Hotel cinco estrelas, restaurantes gourmet, carro de luxo, first class... Voltou para desespero do Dr. Magalha, da petezada, dos bolivarianos e dos ignorantes em geral, e para a alegria dos destros.
Como ficou longe do Página Um por tanto tempo, o Tio resolveu ler algumas edições publicadas durante suas merecidas férias sabáticas. Parece que a síndrome do puxa-saquismo que contaminou o articulista mais assíduo do diário continua a pleno vapor. Não tem governante local, e na região dos Campos Gerais, que não teve o saco alongado pelo bajulador articulista. De vereador a secretário municipal, de prefeito a deputado da região. Todos, sem exceção, bajulados. Basta ser governante. Nem dá pra comentar do endeusamento do Papa Lula e da Dilma Mandela.
Tio Zeca se une aos leitores Armando Tomazzoni, André Bueno, Tailson Sutil e Luigi Flores para protestar das bobagens bolivarinas publicadas no Página Um. Aproveitando a onda do Cala Boca Galvão, está lançada a campanha mundial do Cala Boca, Dr. Magalha. Pode ser que o alcance mundialmente pretendido para a campanha se restrinja a região metropolitana de Castro, por total falta de interesse dos leitores no assunto, mas não tem problema. A ideia de copiar algo genial já é por si só genial. No caso original, o do Galvão, o bicho é o papagaio. No caso do Dr. Magalha, o bicho é o urubu de cabelo acaju - ave exótica ameaçada de extinção.
Faça como esses leitores de pouca paciência com bolivarianos e sente o sarrafo no Dr. Magalha. Acesse o twitter http://twitter.com/calabocamagalha ou o blog e descasque a lenha. Tá esperando o que? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador-tuitero.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Filha Dilma Mentira
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Todo mundo tá cansado de saber que somente Lula fez o bem para o Brasil. Ninguém mais. A “prosperidade” tupiniquim foi uma benção dada pelo presidente Lula. Foi ele quem liderou o Congresso para elaborar e aprovar a Constituição “cidadã”, de 1988 e quem elaborou o programa Bolsa-Escola. Foi Lula quem acabou com a inflação, quem criou o Plano Real, enfim, quem fez e abençoou o Brasil.
- Êpa, quequéissocompanhero, não tá meio demais?
Lula e a petezada companheira votaram contra o texto da Constituição, disseram que o “Bolsa-Escola” era compra de votos dos pobres e foram contra o Plano Real, que estabilizou a economia brasileira e permitiu controlar a inflação em níveis descentes. Mas isso são detalhes, como diz Roberto Carlos.
O “Mestre” Lula e sua cambada de puxa-sacos (sempre eles!) tentaram mudar a Constituição para permitir reeleições ilimitadas, aos moldes chavistas. Deram com os burros n’água, felizmente. Agora querem por toda lei, e fora da lei também, eleger o sucessor de Lula. Querem manter-se no poder, custe o que custar, principalmente se for com o dinheiro do contribuinte. Não querem largar da teta da viúva (calma, gente, viúva é a nação!).
Tem gente que não vê a hora de começar o programa eleitoral na televisão para poder bater palmas a Lula e sua cria. Farão dela a mais competente de todas as gerentes brasileiras, digna da admiração do “Mestre”. Mostrarão seus feitos, sua capacidade administrativa e sua simpatia e carisma.
-Truco!
A candidata nada mais é do que a filha Dilma mentira idealizada por Lula e materializada pela companherada. Sempre foi, e continuará sendo, subalterna. Não é, nem será, uma liderança capaz de unir o país para implementar as reformas necessárias ao crescimento sustentável.
Sabe o que é mais divertido dessa história toda? É que Lula não quer eleger Dilma, não quer ser como Maluf que elegeu Pitta. O “Mestre”, sábio que só ele, tem a convicção que não pode dar seu aval para sua secretária executiva, afinal, ninguém mais sabe governar o país como ele.
Amém, Mestre.
* Tio Zeca é seca-pimenteira da Dilma.
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Todo mundo tá cansado de saber que somente Lula fez o bem para o Brasil. Ninguém mais. A “prosperidade” tupiniquim foi uma benção dada pelo presidente Lula. Foi ele quem liderou o Congresso para elaborar e aprovar a Constituição “cidadã”, de 1988 e quem elaborou o programa Bolsa-Escola. Foi Lula quem acabou com a inflação, quem criou o Plano Real, enfim, quem fez e abençoou o Brasil.
- Êpa, quequéissocompanhero, não tá meio demais?
Lula e a petezada companheira votaram contra o texto da Constituição, disseram que o “Bolsa-Escola” era compra de votos dos pobres e foram contra o Plano Real, que estabilizou a economia brasileira e permitiu controlar a inflação em níveis descentes. Mas isso são detalhes, como diz Roberto Carlos.
O “Mestre” Lula e sua cambada de puxa-sacos (sempre eles!) tentaram mudar a Constituição para permitir reeleições ilimitadas, aos moldes chavistas. Deram com os burros n’água, felizmente. Agora querem por toda lei, e fora da lei também, eleger o sucessor de Lula. Querem manter-se no poder, custe o que custar, principalmente se for com o dinheiro do contribuinte. Não querem largar da teta da viúva (calma, gente, viúva é a nação!).
Tem gente que não vê a hora de começar o programa eleitoral na televisão para poder bater palmas a Lula e sua cria. Farão dela a mais competente de todas as gerentes brasileiras, digna da admiração do “Mestre”. Mostrarão seus feitos, sua capacidade administrativa e sua simpatia e carisma.
-Truco!
A candidata nada mais é do que a filha Dilma mentira idealizada por Lula e materializada pela companherada. Sempre foi, e continuará sendo, subalterna. Não é, nem será, uma liderança capaz de unir o país para implementar as reformas necessárias ao crescimento sustentável.
Sabe o que é mais divertido dessa história toda? É que Lula não quer eleger Dilma, não quer ser como Maluf que elegeu Pitta. O “Mestre”, sábio que só ele, tem a convicção que não pode dar seu aval para sua secretária executiva, afinal, ninguém mais sabe governar o país como ele.
Amém, Mestre.
* Tio Zeca é seca-pimenteira da Dilma.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Bolivarianos no Divã
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Os bolivarianos são uma espécie interessante, exótica, em extinção nos países desenvolvidos e em plena procriação e multiplicação nos países subdesenvolvidos. Na Venezuela, por exemplo, os bolivarianos já são quase a metade da população. Em Cuba, eles não são a maioria, mas têm as chaves das jaulas para pôr no xilindró aqueles que não fingem ser da mesma espécie. A Argentina está dominada pela espécie Cristina Botox e los hermanos não têm mais cura. Por outro lado, no Brasil de Lula há um ambiente favorável para que esta gente se procrie e se torne a maioria. É interessante avaliar o perfil psicológico de cada subespécie bolivariana para tentar uma convivência pacífica (eles no museu sendo visitados por pessoas normais). Vamos lá:
Bolivariano festivo-romântico: é aquele que só é esquerdista na aparência. Trabalha, viaja e gasta como capitalista e, talvez por “dor de consciência”, fala em igualdade social, no fim da miséria e na paz mundial. Perfeito sonhador. Inofensivo como uma miss.
Bolivariano “no meu não; só no teu”: é o sujeito que apóia invasões de fazendas pelo MST e seus genéricos e de imóveis urbanos pelos “sem-teto”. É do tipo que não se importa com a ordem e a lei, desde que não o atinja diretamente. Ou seja, é sádico: pimenta no rabicó dos outros é refresco.
Bolivariano intelectual: é o cara mais difícil de conviver. Usa sua inteligência para se safar como bagre ensaboado quando é emparedado por algum argumento ou fato que contrarie sua convicção esquerdista. Usa jargões socialistas com frequência, como: acumulação ilimitada de capital, economia imperialista americana, função social dos meios de produção, capitalismo feudal e tantos outros ditos de dar enjôo.
Bolivariano saudoso: fez parte das marchas do “o povo unido jamais será vencido”, normalmente barbudo e com cabelos longos. Era contra o regime militar e a favor da ditadura do proletariado. Imaginava que transformar o Brasil numa Cubão era a solução. A maioria se curou da doença e só restou a lembrança do passado rebelde.
Bolivariano governante: é o mais perigoso de todos. Pode enfiar o país no ra... e no ralo. Apóia doidões como o iraniano Armadinhodesdejá e Chávez. Quer a censura prévia nos meios de comunicação, enquadrar juízes, comprar deputados, estatizar a economia, aparelhar o estado criando cargos para a companherada, romper relações com o Império (EUA) e outras loucuras de quem come m... transgênica.
Afinal, você deve estar esperando a classificação do Dr. Magalha e da Prof. Cicy, não é? Mas será o Benedito? Vá em frente, então, faça a sua classificação.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e psiquiatra-exorcista de bolivarianos.
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Os bolivarianos são uma espécie interessante, exótica, em extinção nos países desenvolvidos e em plena procriação e multiplicação nos países subdesenvolvidos. Na Venezuela, por exemplo, os bolivarianos já são quase a metade da população. Em Cuba, eles não são a maioria, mas têm as chaves das jaulas para pôr no xilindró aqueles que não fingem ser da mesma espécie. A Argentina está dominada pela espécie Cristina Botox e los hermanos não têm mais cura. Por outro lado, no Brasil de Lula há um ambiente favorável para que esta gente se procrie e se torne a maioria. É interessante avaliar o perfil psicológico de cada subespécie bolivariana para tentar uma convivência pacífica (eles no museu sendo visitados por pessoas normais). Vamos lá:
Bolivariano festivo-romântico: é aquele que só é esquerdista na aparência. Trabalha, viaja e gasta como capitalista e, talvez por “dor de consciência”, fala em igualdade social, no fim da miséria e na paz mundial. Perfeito sonhador. Inofensivo como uma miss.
Bolivariano “no meu não; só no teu”: é o sujeito que apóia invasões de fazendas pelo MST e seus genéricos e de imóveis urbanos pelos “sem-teto”. É do tipo que não se importa com a ordem e a lei, desde que não o atinja diretamente. Ou seja, é sádico: pimenta no rabicó dos outros é refresco.
Bolivariano intelectual: é o cara mais difícil de conviver. Usa sua inteligência para se safar como bagre ensaboado quando é emparedado por algum argumento ou fato que contrarie sua convicção esquerdista. Usa jargões socialistas com frequência, como: acumulação ilimitada de capital, economia imperialista americana, função social dos meios de produção, capitalismo feudal e tantos outros ditos de dar enjôo.
Bolivariano saudoso: fez parte das marchas do “o povo unido jamais será vencido”, normalmente barbudo e com cabelos longos. Era contra o regime militar e a favor da ditadura do proletariado. Imaginava que transformar o Brasil numa Cubão era a solução. A maioria se curou da doença e só restou a lembrança do passado rebelde.
Bolivariano governante: é o mais perigoso de todos. Pode enfiar o país no ra... e no ralo. Apóia doidões como o iraniano Armadinhodesdejá e Chávez. Quer a censura prévia nos meios de comunicação, enquadrar juízes, comprar deputados, estatizar a economia, aparelhar o estado criando cargos para a companherada, romper relações com o Império (EUA) e outras loucuras de quem come m... transgênica.
Afinal, você deve estar esperando a classificação do Dr. Magalha e da Prof. Cicy, não é? Mas será o Benedito? Vá em frente, então, faça a sua classificação.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e psiquiatra-exorcista de bolivarianos.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Bandidos do Campo
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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É impressionante o que a televisão é capaz de fazer, ainda mais se estiver nas mãos de bolivarianos e financiada com o dinheiro público - o nosso dindim transformado em impostos. A TV “do povo”, idealizada por Franklin Martins, criada pelo Lula e paga pelos brasileiros, tem uma única finalidade, além de dar empregos à “companherada”: propaganda esquerdista.
Um dos programas mais bizarros apresentados na TV “do povo” foi sobre o MST (movimento clandestino e terrorista de bolivarianos “sem terra”). Música triste com solo de violão ao fundo enquanto o cameraman mostra os coitadinhos invasores montando barracos à base de bambus e lonas plásticas pretas, colocando suas tralhas dentro desses barracos, fazendo fogueiras para um cozido e hasteando a bandeira da pátria, da pátria vermelha deles: MST.
Num passeio de zoom, focaliza-se o arame farpado simbolizando o limite imposto pela propriedade privada e demonstrando que na pátria social do MST não há divisas, nem propriedade. A terra é de todos, não de quem a comprou. O solo de violão emociona os esquerdistas e os ignorantes das reais intenções do bando.
Como num passe de mágica negra, surgem os vilões da história: a polícia com um mandado de reintegração de posse. A música se intensifica para criar um clima de tensão a quem assiste ao drama. A polícia usa da força, já que o bando se nega a desocupar a fazenda invadida. O conflito está armado e a câmera volta a dar zoom, agora no rosto de homens e mulheres suando, berrando e sangrando pelo golpe de um cassetete policial. Sangue. É tudo o que desejava o cinegrafista e o repórter que narra aquela injustiça social. Coitados, pobres coitados.
A TV “do povo” não foi orientada para focalizar o gado roubado e abatido pelos invasores, o fertilizante e os defensivos agrícolas roubados para depois serem vendidos pelos líderes do movimento terrorista para receptadores inescrupulosos. Também não pode filmar os tratores, máquinas e implementos da fazenda invadida sendo depredados, incendiados e desmontados para serem vendidos. Não havia mais filme para capturar o bando invadindo e destruindo as casas dos funcionários da fazenda depois de terem carregado o televisor, o aparelho de som, os colchões... Coitados, pobres coitados.
Como qualquer bolivariano mal intencionado, o repórter esqueceu-se de falar que a polícia tem a atribuição constitucional do uso da força e que ela agiu mediante a autorização de um governador de estado que obedeceu a ordem de um juiz, tudo dentro da lei. Entretanto, os fora da lei, que arregimentam e cooptam pessoas da cidade lhes oferecendo cestas básicas e “salário” para participarem das invasões, são tratados como coitados oprimidos. São bandidos covardes que utilizam pessoas como uma massa de manobra para roubarem e imporem sua ideologia comunista. Gente coitada que serve de boiada. Enquanto isso, você continua pagando pela TV “do povo”. Coitado, pobre coitado!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador telespectador da Globo e leitor de Veja. Dr. Magalha prefere a TV “do povo” e a Carta Capital.
zecacapitalista@gmail.com
www.zecacapitalista.blogspot.com
É impressionante o que a televisão é capaz de fazer, ainda mais se estiver nas mãos de bolivarianos e financiada com o dinheiro público - o nosso dindim transformado em impostos. A TV “do povo”, idealizada por Franklin Martins, criada pelo Lula e paga pelos brasileiros, tem uma única finalidade, além de dar empregos à “companherada”: propaganda esquerdista.
Um dos programas mais bizarros apresentados na TV “do povo” foi sobre o MST (movimento clandestino e terrorista de bolivarianos “sem terra”). Música triste com solo de violão ao fundo enquanto o cameraman mostra os coitadinhos invasores montando barracos à base de bambus e lonas plásticas pretas, colocando suas tralhas dentro desses barracos, fazendo fogueiras para um cozido e hasteando a bandeira da pátria, da pátria vermelha deles: MST.
Num passeio de zoom, focaliza-se o arame farpado simbolizando o limite imposto pela propriedade privada e demonstrando que na pátria social do MST não há divisas, nem propriedade. A terra é de todos, não de quem a comprou. O solo de violão emociona os esquerdistas e os ignorantes das reais intenções do bando.
Como num passe de mágica negra, surgem os vilões da história: a polícia com um mandado de reintegração de posse. A música se intensifica para criar um clima de tensão a quem assiste ao drama. A polícia usa da força, já que o bando se nega a desocupar a fazenda invadida. O conflito está armado e a câmera volta a dar zoom, agora no rosto de homens e mulheres suando, berrando e sangrando pelo golpe de um cassetete policial. Sangue. É tudo o que desejava o cinegrafista e o repórter que narra aquela injustiça social. Coitados, pobres coitados.
A TV “do povo” não foi orientada para focalizar o gado roubado e abatido pelos invasores, o fertilizante e os defensivos agrícolas roubados para depois serem vendidos pelos líderes do movimento terrorista para receptadores inescrupulosos. Também não pode filmar os tratores, máquinas e implementos da fazenda invadida sendo depredados, incendiados e desmontados para serem vendidos. Não havia mais filme para capturar o bando invadindo e destruindo as casas dos funcionários da fazenda depois de terem carregado o televisor, o aparelho de som, os colchões... Coitados, pobres coitados.
Como qualquer bolivariano mal intencionado, o repórter esqueceu-se de falar que a polícia tem a atribuição constitucional do uso da força e que ela agiu mediante a autorização de um governador de estado que obedeceu a ordem de um juiz, tudo dentro da lei. Entretanto, os fora da lei, que arregimentam e cooptam pessoas da cidade lhes oferecendo cestas básicas e “salário” para participarem das invasões, são tratados como coitados oprimidos. São bandidos covardes que utilizam pessoas como uma massa de manobra para roubarem e imporem sua ideologia comunista. Gente coitada que serve de boiada. Enquanto isso, você continua pagando pela TV “do povo”. Coitado, pobre coitado!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador telespectador da Globo e leitor de Veja. Dr. Magalha prefere a TV “do povo” e a Carta Capital.
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Os Brasis de Lula
* Tio Zeca
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O Brasil está dividido. Está da forma como o diabo gosta. De um lado uma turma, de outro o resto. O maior legado que o presidente Lula deixará é ter conseguido dividir o Brasil em dois. Do seu lado, os que apóiam os mensaleiros, aloprados e corruptos, do outro, os que querem o xilindró pra esta gente. Ao seu lado estão Collor, Maluf, Sarney, Renan, Jader e outras figuras conhecidíssimas da população, do Ministério Público e da Polícia Federal. Na oposição, gente menos conhecida e sem tanto “prestígio”.
Os Brasis que Lula está criando se dividem assim: o norte e nordeste contra o sul e sudeste, o dos pobres contra o dos abastados, o dos funcionários públicos aparelhando o estado versus o dos escravos contribuintes que precisam sustentar a máquina estatal. O Brasil daqueles que querem mais estatais e cargos para serem preenchidos por políticos e seus apaniguados e, no outro extremo, o Brasil dos que querem menos presença e intervenção do estado e mais concorrência entre empresas privadas.
O presidente quer um país com opinião independente e respeito internacional e para isso defende doidões como o iraniano Armadinhodesdejá, o coreano Kingkong, o porra louca do Chávez, o bispo Papão paraguaio, o cocaleiro boliviano Morales e assim por diante. Para ser independente, tem que ser contra o Império (EUA). Sempre contra. Se os gringos estão de um lado, o Brasil de Lula estará de outro.
O “Mestre” quer a “justiça social” dando cotas para alguns poderem entrar na universidade e tirando vagas de outros que terão que ralar muito mais para poderem passar no vestibular. Quer acabar com a fome distribuindo dinheiro miúdo para milhões de famílias pobres ao mesmo tempo em que dá dinheiro grosso para dezenas de famílias de banqueiros, através do juro mais alto do mundo.
O Brasil vermelho, que é a favor da censura prévia da imprensa, contrasta com o Brasil democrático, que é a favor da liberdade de expressão. Esse país vermelho protege invasores de terra e terroristas e está cada vez mais distante do Brasil que respeita a Constituição e as suas instituições democráticas. Lula jurou respeito à Constituição mesmo tendo se recusado a assiná-la quando era deputado constituinte, juntamente com todos os ilustres “companheros” de partido. Dá pra entender essa contradição? Bateu a cabeça ou é mesmo espertalhão?
Nos próximos meses, os Brasis estarão ainda mais apartados. Você já se decidiu em qual desses Brasis quer viver? Ainda não? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e brasileiro do Brasil que não é o do Lula.
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O Brasil está dividido. Está da forma como o diabo gosta. De um lado uma turma, de outro o resto. O maior legado que o presidente Lula deixará é ter conseguido dividir o Brasil em dois. Do seu lado, os que apóiam os mensaleiros, aloprados e corruptos, do outro, os que querem o xilindró pra esta gente. Ao seu lado estão Collor, Maluf, Sarney, Renan, Jader e outras figuras conhecidíssimas da população, do Ministério Público e da Polícia Federal. Na oposição, gente menos conhecida e sem tanto “prestígio”.
Os Brasis que Lula está criando se dividem assim: o norte e nordeste contra o sul e sudeste, o dos pobres contra o dos abastados, o dos funcionários públicos aparelhando o estado versus o dos escravos contribuintes que precisam sustentar a máquina estatal. O Brasil daqueles que querem mais estatais e cargos para serem preenchidos por políticos e seus apaniguados e, no outro extremo, o Brasil dos que querem menos presença e intervenção do estado e mais concorrência entre empresas privadas.
O presidente quer um país com opinião independente e respeito internacional e para isso defende doidões como o iraniano Armadinhodesdejá, o coreano Kingkong, o porra louca do Chávez, o bispo Papão paraguaio, o cocaleiro boliviano Morales e assim por diante. Para ser independente, tem que ser contra o Império (EUA). Sempre contra. Se os gringos estão de um lado, o Brasil de Lula estará de outro.
O “Mestre” quer a “justiça social” dando cotas para alguns poderem entrar na universidade e tirando vagas de outros que terão que ralar muito mais para poderem passar no vestibular. Quer acabar com a fome distribuindo dinheiro miúdo para milhões de famílias pobres ao mesmo tempo em que dá dinheiro grosso para dezenas de famílias de banqueiros, através do juro mais alto do mundo.
O Brasil vermelho, que é a favor da censura prévia da imprensa, contrasta com o Brasil democrático, que é a favor da liberdade de expressão. Esse país vermelho protege invasores de terra e terroristas e está cada vez mais distante do Brasil que respeita a Constituição e as suas instituições democráticas. Lula jurou respeito à Constituição mesmo tendo se recusado a assiná-la quando era deputado constituinte, juntamente com todos os ilustres “companheros” de partido. Dá pra entender essa contradição? Bateu a cabeça ou é mesmo espertalhão?
Nos próximos meses, os Brasis estarão ainda mais apartados. Você já se decidiu em qual desses Brasis quer viver? Ainda não? Mas será o Benedito?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador e brasileiro do Brasil que não é o do Lula.
terça-feira, 13 de abril de 2010
Verso e Prosa
* Tio Zeca
zecacapitalista@gmail.com
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Dr. Magalha eu vim de longe
Vim fazendo tropelia
Para mostrar que o Tio Zeca
Não gosta de hipocrisia
Sou um assíduo leitor
Deste querido jornal
Como o Tio Zeca é do bem
Acho que o senhor é do mal
Quem apóia um presidente
Que nem ao TCU respeita
Que quer eleger a terrorista
Pois não quer largar da teta
Enquanto seu ministro enriquece a Bahia
Com verbas do brasileiro
Deveria tirar pelo menos um pouco
Pro pobre Rio de Janeiro
Mas não espere Dr. Magalha
Pois o seu governo vai mal
Vamos reerguer o RIO
Com o dinheiro do pré-sal
E a ministra terrorista
Que é pupila do Lula
Desculpe-me Dr. Magalha
Ela parece uma mula
Não tem nada na cabeça
Até a peruca é postiça
Apoiada a um presidente
Que nem respeita a justiça
Que vive de meias verdades
Pra não dizer de mentira
E até do STF
Está provocando a ira
Queria que nós pagássemos sua multa
Isto é coisa de maluco
Eu só pago a minha parte
Se ele voltar pra Pernambuco
Dr. Magalha nosso povo
Não pode servir de peteca
Preste atenção no país
E respeite o Tio Zeca
O Tio Zeca é brasileiro
Um capitalista assumido
E não deve perder tempo
Com um doutor abduzido
O Tio Zeca é autêntico
E o senhor uma chacota
Pois renega as minorias
E defende quem tem cota
A lei é igual pra todos
É preciso coerência
Respeitando a justiça
E não a desobediência
Vamos alugar a Bolívia
Para fazer uma prisão
Levar a turma do partido
Com todos do mensalão
O Brasil vai melhorar
Também a vida do brasileiro
Vamos empregar o Chávez
Ele vai ser o carcereiro
O doutor não tem razão
Apoiando quem só erra
Faça como o Tio Zeca
E vote no José Serra
* Tio Zeca agradece pelo texto (publicado quase na íntegra) ao Mineirinho “come quieto” e “bebe quieto”, mas que não fica quieto com desaforo esquerdista.
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Dr. Magalha eu vim de longe
Vim fazendo tropelia
Para mostrar que o Tio Zeca
Não gosta de hipocrisia
Sou um assíduo leitor
Deste querido jornal
Como o Tio Zeca é do bem
Acho que o senhor é do mal
Quem apóia um presidente
Que nem ao TCU respeita
Que quer eleger a terrorista
Pois não quer largar da teta
Enquanto seu ministro enriquece a Bahia
Com verbas do brasileiro
Deveria tirar pelo menos um pouco
Pro pobre Rio de Janeiro
Mas não espere Dr. Magalha
Pois o seu governo vai mal
Vamos reerguer o RIO
Com o dinheiro do pré-sal
E a ministra terrorista
Que é pupila do Lula
Desculpe-me Dr. Magalha
Ela parece uma mula
Não tem nada na cabeça
Até a peruca é postiça
Apoiada a um presidente
Que nem respeita a justiça
Que vive de meias verdades
Pra não dizer de mentira
E até do STF
Está provocando a ira
Queria que nós pagássemos sua multa
Isto é coisa de maluco
Eu só pago a minha parte
Se ele voltar pra Pernambuco
Dr. Magalha nosso povo
Não pode servir de peteca
Preste atenção no país
E respeite o Tio Zeca
O Tio Zeca é brasileiro
Um capitalista assumido
E não deve perder tempo
Com um doutor abduzido
O Tio Zeca é autêntico
E o senhor uma chacota
Pois renega as minorias
E defende quem tem cota
A lei é igual pra todos
É preciso coerência
Respeitando a justiça
E não a desobediência
Vamos alugar a Bolívia
Para fazer uma prisão
Levar a turma do partido
Com todos do mensalão
O Brasil vai melhorar
Também a vida do brasileiro
Vamos empregar o Chávez
Ele vai ser o carcereiro
O doutor não tem razão
Apoiando quem só erra
Faça como o Tio Zeca
E vote no José Serra
* Tio Zeca agradece pelo texto (publicado quase na íntegra) ao Mineirinho “come quieto” e “bebe quieto”, mas que não fica quieto com desaforo esquerdista.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Papo Cabeça
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@gmail.com
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- Ei, você, de camiseta do Che.
- Eu?
- Você mesmo. Uma perguntinha: a concentração da apropriação dos recursos naturais por meio do capital também influenciou no seu modo de vestir?
- Claro que sim. Veja bem, a re-leitura de Marx sob a luz do 3° milênio tem influenciado não só na forma de se vestir das pessoas, mas, sobretudo, na forma de pensar e agir.
- Puts! Sabe que é isso mesmo.
- Tem mais. A acumulação de capital nas mãos de grupos empresariais capitalistas proporciona um consumo artificial nas nações subdesenvolvidas dominadas pela economia imperialista dos Estados Unidos.
- Você tem razão. Também penso que a função social dos meios de produção culmina na luta de classes, muitas vezes desigual, já que privilegia os detentores do capital em detrimento dos trabalhadores.
- É verdade. E tudo isso leva à formação de cartéis empresariais que subjugam a própria justiça para a formação de uma onda de criminalização dos movimentos sociais.
- Eu ainda não tinha pensado com essa profundidade. Você tem razão.
- Digo mais. A legitimidade das lutas sociais contra as multinacionais, os transgênicos, o imperialismo e o colonialismo está em risco em função da distorção de foco dada pela mídia comercial. É fundamental a democratização dos meios de comunicação, através de seu controle popular.
- Concordo plenamente com sua abordagem e contribuo com o seguinte comentário: os conservadores são realmente espaçosos.
- A revolução socialista é iminente. As elites brasileiras associadas à ação colonialista dos Estados Unidos não alcançarão êxito no seu covarde embargo a Cuba. A democracia bolivariana de Cuba sobrepujará o capitalismo feudal dos empresários.
Muito mais chato que o Tio Zeca é o “papo cabeça” entre bolivarianos. Não dá pra aguentar. É coisa de louco!
* Tio Zeca é psicanalista (e exorcista) de doidões esquerdistas.
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- Ei, você, de camiseta do Che.
- Eu?
- Você mesmo. Uma perguntinha: a concentração da apropriação dos recursos naturais por meio do capital também influenciou no seu modo de vestir?
- Claro que sim. Veja bem, a re-leitura de Marx sob a luz do 3° milênio tem influenciado não só na forma de se vestir das pessoas, mas, sobretudo, na forma de pensar e agir.
- Puts! Sabe que é isso mesmo.
- Tem mais. A acumulação de capital nas mãos de grupos empresariais capitalistas proporciona um consumo artificial nas nações subdesenvolvidas dominadas pela economia imperialista dos Estados Unidos.
- Você tem razão. Também penso que a função social dos meios de produção culmina na luta de classes, muitas vezes desigual, já que privilegia os detentores do capital em detrimento dos trabalhadores.
- É verdade. E tudo isso leva à formação de cartéis empresariais que subjugam a própria justiça para a formação de uma onda de criminalização dos movimentos sociais.
- Eu ainda não tinha pensado com essa profundidade. Você tem razão.
- Digo mais. A legitimidade das lutas sociais contra as multinacionais, os transgênicos, o imperialismo e o colonialismo está em risco em função da distorção de foco dada pela mídia comercial. É fundamental a democratização dos meios de comunicação, através de seu controle popular.
- Concordo plenamente com sua abordagem e contribuo com o seguinte comentário: os conservadores são realmente espaçosos.
- A revolução socialista é iminente. As elites brasileiras associadas à ação colonialista dos Estados Unidos não alcançarão êxito no seu covarde embargo a Cuba. A democracia bolivariana de Cuba sobrepujará o capitalismo feudal dos empresários.
Muito mais chato que o Tio Zeca é o “papo cabeça” entre bolivarianos. Não dá pra aguentar. É coisa de louco!
* Tio Zeca é psicanalista (e exorcista) de doidões esquerdistas.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Ficha Emporcalhada
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Muita gente olha os políticos com desconfiança, com restrição e até discriminação. Será que os políticos merecem esse tratamento? A maioria deles merece sim. De alguns não é bom nem passar por perto para não correr o risco de ter a carteira roubada.
Quando estoura algum escândalo de corrupção de uma ala de políticos, a outra – seus adversários – sai dando declarações com indignação, repulsa e aversão. Quando esta ala, por sua vez, é pega com a boca na botija, é a vez da cachorrada do outro lado sair latindo. Os escândalos são normalmente o resultado visível de uma briga de quadrilhas. Seria cômico assistir a essa palhaçada, se não fosse trágico para o nosso país.
Foi necessária uma proposta popular, que reuniu 1 milhão e 600 mil assinaturas, para uma lei que proíba a candidatura a cargo público de pessoas condenadas na justiça. Não foram os políticos que propuseram a lei para ser votada no Congresso, mas o povo. É a chamada “Lei Ficha Limpa”, segundo a qual somente pessoas não condenadas na justiça estariam aptas a se candidatar. Sabe o resultado desta proposta? Os políticos da base do governo (do Lula, claro!) não votarão a proposta em regime de urgência. É como se o assunto não fosse importante nem urgente (para eles certamente não é). Jogaram o projeto de lei numa Comissão, que depois de analisar a proposta, passará pra outra, e assim por diante, até que muitos se esqueçam do assunto e o projeto vá parar em alguma gaveta qualquer. Brasileiro tem memória curta, não é? Eles acham que sim.
São esses mesmos políticos governistas, boa parte com fichas emporcalhadas de tantos processos e condenações por corrupção, formação de quadrilha, apropriação indébita, fraude e até prostituição e assassinato, que defendem as estatais, um governo forte e presente, um “estado máximo”. São esses “representantes do povo” que indicam seus apaniguados para ocuparem cargos nestas estatais e órgãos públicos. Mas esses seus indicados não são competentes? São sim; muito competentes para roubar e arrecadar dinheiro para as campanhas eleitorais de seus padrinhos.
Os de “ficha emporcalhada” sempre dizem que as estatais são do povo (do “seu” povo!), um orgulho nacional, e que quem quer privatizações e “estado mínimo” são os entreguistas e os antipatrióticos. Mas será o Benedito? Quanto menos estatais e menos cargos disponíveis para serem preenchidos por esta gente e seus apadrinhados, melhor para o país. Por isso desconfie sempre de políticos e de seus puxa-sacos que defendem um estado cada vez maior, com mais estatais ou empresas públicas: estão mal intencionados com o dinheiro do contribuinte. Se um deles chegar perto de você, pule do Chevette. Corra.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador defensor do Estado Mínimo (bem pequenininho).
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Muita gente olha os políticos com desconfiança, com restrição e até discriminação. Será que os políticos merecem esse tratamento? A maioria deles merece sim. De alguns não é bom nem passar por perto para não correr o risco de ter a carteira roubada.
Quando estoura algum escândalo de corrupção de uma ala de políticos, a outra – seus adversários – sai dando declarações com indignação, repulsa e aversão. Quando esta ala, por sua vez, é pega com a boca na botija, é a vez da cachorrada do outro lado sair latindo. Os escândalos são normalmente o resultado visível de uma briga de quadrilhas. Seria cômico assistir a essa palhaçada, se não fosse trágico para o nosso país.
Foi necessária uma proposta popular, que reuniu 1 milhão e 600 mil assinaturas, para uma lei que proíba a candidatura a cargo público de pessoas condenadas na justiça. Não foram os políticos que propuseram a lei para ser votada no Congresso, mas o povo. É a chamada “Lei Ficha Limpa”, segundo a qual somente pessoas não condenadas na justiça estariam aptas a se candidatar. Sabe o resultado desta proposta? Os políticos da base do governo (do Lula, claro!) não votarão a proposta em regime de urgência. É como se o assunto não fosse importante nem urgente (para eles certamente não é). Jogaram o projeto de lei numa Comissão, que depois de analisar a proposta, passará pra outra, e assim por diante, até que muitos se esqueçam do assunto e o projeto vá parar em alguma gaveta qualquer. Brasileiro tem memória curta, não é? Eles acham que sim.
São esses mesmos políticos governistas, boa parte com fichas emporcalhadas de tantos processos e condenações por corrupção, formação de quadrilha, apropriação indébita, fraude e até prostituição e assassinato, que defendem as estatais, um governo forte e presente, um “estado máximo”. São esses “representantes do povo” que indicam seus apaniguados para ocuparem cargos nestas estatais e órgãos públicos. Mas esses seus indicados não são competentes? São sim; muito competentes para roubar e arrecadar dinheiro para as campanhas eleitorais de seus padrinhos.
Os de “ficha emporcalhada” sempre dizem que as estatais são do povo (do “seu” povo!), um orgulho nacional, e que quem quer privatizações e “estado mínimo” são os entreguistas e os antipatrióticos. Mas será o Benedito? Quanto menos estatais e menos cargos disponíveis para serem preenchidos por esta gente e seus apadrinhados, melhor para o país. Por isso desconfie sempre de políticos e de seus puxa-sacos que defendem um estado cada vez maior, com mais estatais ou empresas públicas: estão mal intencionados com o dinheiro do contribuinte. Se um deles chegar perto de você, pule do Chevette. Corra.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador defensor do Estado Mínimo (bem pequenininho).
Território Restrito
* Tio Zeca
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Desde as aulas da Prof. Cicy - e isso já faz muito tempo - a escutamos, e a outros esquerdistas, falando os diabos dos Estados Unidos. Que são arrogantes, imperialistas, exploradores de países terceiro-mundistas, capitalistas ao extremo, têm cultura consumista, gastam como doidos, comem como condenados, são a escória da humanidade etc, etc, etc. Interessante é que normalmente quem fala tudo isso, com conhecimento de causa, nunca esteve lá. Ou porque eles não têm interesse em conhecer de perto o Império, ou não têm visto para entrar lá, ou têm medo de ir e gostar. Sei lá. Só sei que falam sem conhecer.
Uma sugestão para esta gente canhota: assistam ao filme Território Restrito, com Harrison Ford como Max Brogan, um agente da Imigração e Fiscalização Aduaneira dos EUA, produzido em 2009. Além de ser um bom entretenimento para quem dispõe de 2 horas, pode trazer uma nova forma de ver a questão dos imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Todo dia, Max Brogan precisa lidar com diversas pessoas que tentam entrar ilegalmente nos EUA em busca de uma vida melhor. São árabes, judeus, indianos, coreanos, chineses, mexicanos, cubanos, brasileiros e outros latinos que tentam furar o cerco e a cerca para entrar naquele país.
Ora, se os EUA são demonizados e execrados pelos esquerdistas do mundo todo, incluindo os brasileiros, por que tanta gente quer viver lá? Se o Império é um inferno, por que correm o risco de morrer numa travessia a pé pelo deserto ou de serem presos e deportados para seus países? Você já viu uma leva de imigrantes querendo ir morar em Cuba, por exemplo? Ou no Irã? Coréia do Norte? Só o contrário: querem fugir desses locais tidos como paraísos socialistas pelos bolivarianos tupiniquins. Eles querem a liberdade, a dignidade, a possibilidade de melhorar de vida. Quem sabe um dia vejamos o Cara, a Coroa e sua cambada de puxa-sacos canhotos tomando um vôo (só de ida) pra Cuba. Sonho meu, sonho meu...
Será que não é inveja que os esquerdistas têm dos EUA? Não conseguiram construir nenhuma nação socialista viável até hoje, e nunca conseguirão, para poderem comparar qualidade de vida e desenvolvimento social e material com os EUA. Nas tentativas de se formarem nações “sociais” o que se viu foi sangue derramado dos opositores, incompetência estatal e corrupção institucional. Os esquerdistas são guiados por valores e ideologias ultrapassados, inviáveis e utópicos. Só a concorrência, o livre mercado, a educação de qualidade e a meritocracia (onde vence quem é mais bem preparado) fazem com que um país cresça e seu povo melhore de vida. Mas será o Benedito? País socialista só é bom para a turma do partido, os “companhero”, os que mandam: as “elite” socialistas.
Enquanto existirem nações comandadas por bolivarianos e ditadores, existirão esquerdistas com dor de cotovelo e imigrantes ilegais tentando invadir o “território restrito” dos EUA.
* Tio Zeca é primo do Tio Sam. Dr. Magalha conhece os tios?
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Desde as aulas da Prof. Cicy - e isso já faz muito tempo - a escutamos, e a outros esquerdistas, falando os diabos dos Estados Unidos. Que são arrogantes, imperialistas, exploradores de países terceiro-mundistas, capitalistas ao extremo, têm cultura consumista, gastam como doidos, comem como condenados, são a escória da humanidade etc, etc, etc. Interessante é que normalmente quem fala tudo isso, com conhecimento de causa, nunca esteve lá. Ou porque eles não têm interesse em conhecer de perto o Império, ou não têm visto para entrar lá, ou têm medo de ir e gostar. Sei lá. Só sei que falam sem conhecer.
Uma sugestão para esta gente canhota: assistam ao filme Território Restrito, com Harrison Ford como Max Brogan, um agente da Imigração e Fiscalização Aduaneira dos EUA, produzido em 2009. Além de ser um bom entretenimento para quem dispõe de 2 horas, pode trazer uma nova forma de ver a questão dos imigrantes ilegais nos Estados Unidos. Todo dia, Max Brogan precisa lidar com diversas pessoas que tentam entrar ilegalmente nos EUA em busca de uma vida melhor. São árabes, judeus, indianos, coreanos, chineses, mexicanos, cubanos, brasileiros e outros latinos que tentam furar o cerco e a cerca para entrar naquele país.
Ora, se os EUA são demonizados e execrados pelos esquerdistas do mundo todo, incluindo os brasileiros, por que tanta gente quer viver lá? Se o Império é um inferno, por que correm o risco de morrer numa travessia a pé pelo deserto ou de serem presos e deportados para seus países? Você já viu uma leva de imigrantes querendo ir morar em Cuba, por exemplo? Ou no Irã? Coréia do Norte? Só o contrário: querem fugir desses locais tidos como paraísos socialistas pelos bolivarianos tupiniquins. Eles querem a liberdade, a dignidade, a possibilidade de melhorar de vida. Quem sabe um dia vejamos o Cara, a Coroa e sua cambada de puxa-sacos canhotos tomando um vôo (só de ida) pra Cuba. Sonho meu, sonho meu...
Será que não é inveja que os esquerdistas têm dos EUA? Não conseguiram construir nenhuma nação socialista viável até hoje, e nunca conseguirão, para poderem comparar qualidade de vida e desenvolvimento social e material com os EUA. Nas tentativas de se formarem nações “sociais” o que se viu foi sangue derramado dos opositores, incompetência estatal e corrupção institucional. Os esquerdistas são guiados por valores e ideologias ultrapassados, inviáveis e utópicos. Só a concorrência, o livre mercado, a educação de qualidade e a meritocracia (onde vence quem é mais bem preparado) fazem com que um país cresça e seu povo melhore de vida. Mas será o Benedito? País socialista só é bom para a turma do partido, os “companhero”, os que mandam: as “elite” socialistas.
Enquanto existirem nações comandadas por bolivarianos e ditadores, existirão esquerdistas com dor de cotovelo e imigrantes ilegais tentando invadir o “território restrito” dos EUA.
* Tio Zeca é primo do Tio Sam. Dr. Magalha conhece os tios?
segunda-feira, 29 de março de 2010
Demagogia Racial
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Colocar a culpa de todas as mazelas do país no Império (EUA) e nas “elite” é algo costumeiro dos bolivarianos governantes e de seus puxa-sacos. Os políticos falam e a cambada de bajuladores ecoa suas sábias palavras aos quatro cantos.
Os puxa-sacos dos governantes bolivarianos defendem a ideia de que criar cotas raciais para ingresso na universidade é promover a justiça social e reparar as injustiças históricas impostas pelos “brancos” aos negros e índios. É o fim do mundo: “raça” sequer existe do ponto de vista científico! Só existiu para Hitler e, agora, para os bolivarianos. Se esses políticos demagogos e seus puxa-sacos tivessem vergonha na cara, defenderiam e lutariam por um ensino primário e secundário de qualidade para todos os brasileiros, e não o privilégio de cotas para alguns. Cotas raciais não promovem justiça social, só evidenciam a demagogia bolivariana. Elas são, na essência, a própria discriminação racial.
Mesmo com 8 anos governando o país, não conseguiram oferecer uma educação aos brasileiros minimamente aceitável. Desviam o foco, que é a porcaria de educação que oferecem ao povo, comprovadamente uma das piores do mundo, para as benesses das cotas para minorias. Quer que os professores façam milagre? Mas será o Benedito?
O problema não é a cota racial; o problema é a demagogia racial. Ser contra a política equivocada e mal intencionada de cotas raciais do governo não quer dizer ser contra negros e índios. Pelo contrário, é ser a favor dos brasileiros. Dá pra entender, ou prefere distorcer?
A propósito, como os esquerdistas, neo-socialistas, comunistas, bolivarianos etc, pedem para ver a cara do Tio Zeca, aí vai sua imagem (copie o link abaixo e veja a imagem):
http://redwing.hutman.net/~mreed/Assets/capitalista.jpg
É só desta forma caricata que esta gente vê as pessoas que defendem o capitalismo, a livre concorrência e a meritocracia: com preconceito “racial”.
* Tio Zeca lembra ao Dr. Magalha (que é puxa-saco canhoto) da sessão solene do Senadinho, na próxima terça-feira, e que não traga o vinho Canção.
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Colocar a culpa de todas as mazelas do país no Império (EUA) e nas “elite” é algo costumeiro dos bolivarianos governantes e de seus puxa-sacos. Os políticos falam e a cambada de bajuladores ecoa suas sábias palavras aos quatro cantos.
Os puxa-sacos dos governantes bolivarianos defendem a ideia de que criar cotas raciais para ingresso na universidade é promover a justiça social e reparar as injustiças históricas impostas pelos “brancos” aos negros e índios. É o fim do mundo: “raça” sequer existe do ponto de vista científico! Só existiu para Hitler e, agora, para os bolivarianos. Se esses políticos demagogos e seus puxa-sacos tivessem vergonha na cara, defenderiam e lutariam por um ensino primário e secundário de qualidade para todos os brasileiros, e não o privilégio de cotas para alguns. Cotas raciais não promovem justiça social, só evidenciam a demagogia bolivariana. Elas são, na essência, a própria discriminação racial.
Mesmo com 8 anos governando o país, não conseguiram oferecer uma educação aos brasileiros minimamente aceitável. Desviam o foco, que é a porcaria de educação que oferecem ao povo, comprovadamente uma das piores do mundo, para as benesses das cotas para minorias. Quer que os professores façam milagre? Mas será o Benedito?
O problema não é a cota racial; o problema é a demagogia racial. Ser contra a política equivocada e mal intencionada de cotas raciais do governo não quer dizer ser contra negros e índios. Pelo contrário, é ser a favor dos brasileiros. Dá pra entender, ou prefere distorcer?
A propósito, como os esquerdistas, neo-socialistas, comunistas, bolivarianos etc, pedem para ver a cara do Tio Zeca, aí vai sua imagem (copie o link abaixo e veja a imagem):
http://redwing.hutman.net/~mreed/Assets/capitalista.jpg
É só desta forma caricata que esta gente vê as pessoas que defendem o capitalismo, a livre concorrência e a meritocracia: com preconceito “racial”.
* Tio Zeca lembra ao Dr. Magalha (que é puxa-saco canhoto) da sessão solene do Senadinho, na próxima terça-feira, e que não traga o vinho Canção.
terça-feira, 23 de março de 2010
Cotas para os Puxa-Sacos
* Tio Zeca
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Escutar político garganteando não é fácil, agora, nada é mais repugnante do que escutar um puxa-saco de político. Dá nojo. Tem gente com o dom de grudar no saco de qualquer governante e não largar mais. Nem mesmo dá espaço para que outros bajuladores consigam também se dependurar. Toma conta de todo o saco do chefe, pequeno ou grande. De tantos que existem por aí que até já instituíram o Dia do Bajulador, comemorado em 13 de setembro. Por medo ou conveniência (que é mais comum), o puxa-saco nunca faz crítica, só dá sugestões e ideias. Crítica mesmo, só para os da oposição, até que eles se tornem situação. Daí o bajulador muda de posição, por “convicção”.
Se o líder político fala a maior asneira, lá vai o puxa-saco aplaudir e repetir a mensagem. Quando o político se atraca na mardita cachaça: “- Ele também é gente como a gente!”. Se soltar um pum, corre pra cheirar: “- Mmmm... Fragrância de Styletto!”. Se roubar ou deixa roubar: “- Os outros roubam mais. O Brasil é assim mesmo!”. Se a imprensa critica seu ídolo: pau na imprensa marrom, subversiva, a serviço do capital. É irritante, grotesco, nojento, pegajoso, subserviente... Mas, sem macaco de auditório, o político entra em depressão.
Como os afro-descendentes e índios, os puxa-sacos também merecem a garantia de sua cota na universidade por serem tão necessários à estabilidade emocional dos bolivarianos governantes. Afinal, estarão se tornando mais cultos e produtivos com o curso superior. Por outro lado, os gays e as lésbicas também são merecedores de cotas, já que são minorias discriminadas há séculos pela humanidade. E os descendentes dos imigrantes também não merecem? Claro que merecem. Aquela italianada que veio substituir a mão de obra escrava nos cafezais, no final do século 19, sofreu pra caramba. Comeu o pão que o diabo amassou no lugar dos escravos – cotas pra eles também. E os foragidos de guerras e seus descendentes que vieram ao Brasil em busca da paz, deixando para trás suas pátrias queridas? Também merecem cotas, sofreram tanto com os horrores trazidos pela conflagração de países. E os japoneses, libaneses, judeus... que ajudaram a construir o nosso país não merecem cotas para seus filhos entrarem na universidade? Claro que sim.
Ao invés de os governantes repararem os erros e injustiças históricas com os negros, índios e outras “minorias” lhes dando cotas para ingresso na universidade, por que simplesmente não cumprem com sua obrigação constitucional e lhes oferecem uma educação básica e secundária de qualidade? É muito mais fácil fazer a politicagem medíocre das cotas do que pôr o Brasil nos trilhos da educação de qualidade para quem não tem como pagar por ela.
E para ser justo com toda essa gente sofrida e que merece cotas para poder entrar na universidade, é bom que também tenham cotas pra sair dela. Afinal, entrar numa universidade é muito mais fácil do que sair dela com um diploma. Não é justo?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador classificado como de “direita” pelo Dr. Magalha (que é puxa-saco canhoto).
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Escutar político garganteando não é fácil, agora, nada é mais repugnante do que escutar um puxa-saco de político. Dá nojo. Tem gente com o dom de grudar no saco de qualquer governante e não largar mais. Nem mesmo dá espaço para que outros bajuladores consigam também se dependurar. Toma conta de todo o saco do chefe, pequeno ou grande. De tantos que existem por aí que até já instituíram o Dia do Bajulador, comemorado em 13 de setembro. Por medo ou conveniência (que é mais comum), o puxa-saco nunca faz crítica, só dá sugestões e ideias. Crítica mesmo, só para os da oposição, até que eles se tornem situação. Daí o bajulador muda de posição, por “convicção”.
Se o líder político fala a maior asneira, lá vai o puxa-saco aplaudir e repetir a mensagem. Quando o político se atraca na mardita cachaça: “- Ele também é gente como a gente!”. Se soltar um pum, corre pra cheirar: “- Mmmm... Fragrância de Styletto!”. Se roubar ou deixa roubar: “- Os outros roubam mais. O Brasil é assim mesmo!”. Se a imprensa critica seu ídolo: pau na imprensa marrom, subversiva, a serviço do capital. É irritante, grotesco, nojento, pegajoso, subserviente... Mas, sem macaco de auditório, o político entra em depressão.
Como os afro-descendentes e índios, os puxa-sacos também merecem a garantia de sua cota na universidade por serem tão necessários à estabilidade emocional dos bolivarianos governantes. Afinal, estarão se tornando mais cultos e produtivos com o curso superior. Por outro lado, os gays e as lésbicas também são merecedores de cotas, já que são minorias discriminadas há séculos pela humanidade. E os descendentes dos imigrantes também não merecem? Claro que merecem. Aquela italianada que veio substituir a mão de obra escrava nos cafezais, no final do século 19, sofreu pra caramba. Comeu o pão que o diabo amassou no lugar dos escravos – cotas pra eles também. E os foragidos de guerras e seus descendentes que vieram ao Brasil em busca da paz, deixando para trás suas pátrias queridas? Também merecem cotas, sofreram tanto com os horrores trazidos pela conflagração de países. E os japoneses, libaneses, judeus... que ajudaram a construir o nosso país não merecem cotas para seus filhos entrarem na universidade? Claro que sim.
Ao invés de os governantes repararem os erros e injustiças históricas com os negros, índios e outras “minorias” lhes dando cotas para ingresso na universidade, por que simplesmente não cumprem com sua obrigação constitucional e lhes oferecem uma educação básica e secundária de qualidade? É muito mais fácil fazer a politicagem medíocre das cotas do que pôr o Brasil nos trilhos da educação de qualidade para quem não tem como pagar por ela.
E para ser justo com toda essa gente sofrida e que merece cotas para poder entrar na universidade, é bom que também tenham cotas pra sair dela. Afinal, entrar numa universidade é muito mais fácil do que sair dela com um diploma. Não é justo?
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador classificado como de “direita” pelo Dr. Magalha (que é puxa-saco canhoto).
quarta-feira, 17 de março de 2010
Entrevista de Celebridade 2
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Dr. Magalha, Dr. Magalha, oi, sou eu.
Ai meu Deus do céu, você de novo?!
É que o Sr. é a única celebridade internacional nestas paragens...
O que você quer de mim?
Mais uma entrevistinha.
Tá bem, mas pega leve desta vez.
O Sr. acredita que o mensalão nunca existiu?
Nada a declarar.
E naquela grana preta desviada da cooperativa para o partido?
Será que vai chover?
Como Lula, o Sr. acha que prisioneiro político cubano é igual a bandido brasileiro?
Só pode ser brincadeira, né?!
É que o Sr. nunca fala, nem escreve se manifestando sobre esses assuntos. Seria uma boa oportunidade de falar o que pensa, não acha?
Você só pode ser repórter da Veja marrom ou da maldita Globo!
Não Dr., sou da revista Personalidades Quentes. O Sr. acredita em Papai Noel?
Acreditei só até os 15 anos, quando percebi a barba postiça de um figurante do velhinho. Foi um grande trauma, mas consegui superar quando entrei na faculdade.
Dr. Magalha, o Sr. acha mesmo que o Obama vai copiar o nosso SUS para implantar nos EUA?
Ele está tentando, mas as “elite” americana não estão gostando da ideia.
Também pudera, nem nós suportamos o SUS! O Sr. acha que o Brasil deve seguir o modelo bolivariano de governar de Chávez?
O Coronel é um homem de bom coração, um democrata legítimo. Ele é mal interpretado pelos capitalistas brasileiros. São Pedro é que se esqueceu de mandar chuva para eles e por isso há racionamento de energia por lá.
Mas e o racionamento de alimentos?
Tudo intriga da oposição, culpa dos imperialistas americanos e mentira da imprensa a serviço do capital.
O que o Sr. acha dos artigos de Paulo Magalhães?
Não acho nada. Nem sei quem é.
O Sr. se diz socialista, mas por que trabalha, viaja e gasta como capitalista?
Passa essa. Que perfume você está usando?
Mas será o Benedito?
Nunca ouvi falar. É do Boticário?
* Tio Zeca é seca-pimenteira e membro titular da direita do senadinho. Dr. Magalha, bem, nem precisa dizer...
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Dr. Magalha, Dr. Magalha, oi, sou eu.
Ai meu Deus do céu, você de novo?!
É que o Sr. é a única celebridade internacional nestas paragens...
O que você quer de mim?
Mais uma entrevistinha.
Tá bem, mas pega leve desta vez.
O Sr. acredita que o mensalão nunca existiu?
Nada a declarar.
E naquela grana preta desviada da cooperativa para o partido?
Será que vai chover?
Como Lula, o Sr. acha que prisioneiro político cubano é igual a bandido brasileiro?
Só pode ser brincadeira, né?!
É que o Sr. nunca fala, nem escreve se manifestando sobre esses assuntos. Seria uma boa oportunidade de falar o que pensa, não acha?
Você só pode ser repórter da Veja marrom ou da maldita Globo!
Não Dr., sou da revista Personalidades Quentes. O Sr. acredita em Papai Noel?
Acreditei só até os 15 anos, quando percebi a barba postiça de um figurante do velhinho. Foi um grande trauma, mas consegui superar quando entrei na faculdade.
Dr. Magalha, o Sr. acha mesmo que o Obama vai copiar o nosso SUS para implantar nos EUA?
Ele está tentando, mas as “elite” americana não estão gostando da ideia.
Também pudera, nem nós suportamos o SUS! O Sr. acha que o Brasil deve seguir o modelo bolivariano de governar de Chávez?
O Coronel é um homem de bom coração, um democrata legítimo. Ele é mal interpretado pelos capitalistas brasileiros. São Pedro é que se esqueceu de mandar chuva para eles e por isso há racionamento de energia por lá.
Mas e o racionamento de alimentos?
Tudo intriga da oposição, culpa dos imperialistas americanos e mentira da imprensa a serviço do capital.
O que o Sr. acha dos artigos de Paulo Magalhães?
Não acho nada. Nem sei quem é.
O Sr. se diz socialista, mas por que trabalha, viaja e gasta como capitalista?
Passa essa. Que perfume você está usando?
Mas será o Benedito?
Nunca ouvi falar. É do Boticário?
* Tio Zeca é seca-pimenteira e membro titular da direita do senadinho. Dr. Magalha, bem, nem precisa dizer...
segunda-feira, 15 de março de 2010
Entrevista de Celebridade
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Dr. Magalha, Dr. Magalha, tem um minutinho pra uma entrevista para a revista Celebridades Quentes?
Estou com pressa, tenho que escrever pra minha coluna.
Mas ela sabe ler?
Tá gozando?
Ainda não, mas não tem problema. Por favor, só uma entrevistinha.
Tá bem, minha filha, pergunte. Mas vá rápido.
OK. A primeira pergunta: qual o melhor time do mundo?
O Vasco, claro. Sem o Roberto Dinamite.
Cor predileta?
Vermelho russo.
Livro que te marcou muito?
O Pequeno Príncipe.
Um desejo?
Posso falar? Certeza?
Vai em frente.
Ah, eu desejo o fim da miséria e a paz mundial.
Uma frase de efeito?
Quantos anos você tem?
Quem é o autor desta frase?
Eu. Mas é uma pergunta pra você!
Mas quem pergunta sou eu, Dr.
Puts!
Líder mundial?
Fidel Castro. O cara é um símbolo.
Deve ser símbolo de ditador, né?! Democrata modelo?
Coronel Chávez.
Tá gozando?
Ainda não, continua, continua... Rapidinho, tô com pressa.
Melhor país do mundo? Onde o senhor gostaria de viver?
Algum país europeu: Suíça, Itália, França, Inglaterra... Qualquer um que não tenha pobreza.
Nossa, pensei que responderia Venezuela ou Cuba! Costureiro predileto?
Clô. Ele era muito chic, não acha?
O Sr. sempre dá ótimas ideias aos governantes. Que tal sugerir a criação de coelhinhos para produção de ovinhos que seriam distribuídos para as crianças carentes na Páscoa?
Não vale! Eu já tinha pensado nisso antes.
Carro de sua preferência?
Meu Fusca. Mas, na verdade gosto mesmo é da Mercedes. É lindona! Mas não publica isso não; pode pegar mal pra um socialista como eu.
Pode deixar. Perfume predileto?
Qual você usa?
Passa essa. Prato predileto?
Fettuccine do restaurante Alfredo di Roma. Sabe, lá a gente come com talheres de ouro e ainda encontra celebridades para fotografar. É muito chic.
Dr., não é estranho para um socialista comer com talheres de ouro num restaurante caríssimo em um país capitalista de primeiro mundo?
Passa essa.
É verdade que o senhor foi abduzido por ET’s que haviam roubado uma espaçonave socialista e que lhe deixaram uma cicatriz enorme na cabeça, após a experiência?
Aquele filho Dilma p... Inventou tudo. Sou careca, mesmo!
Qual filho Dilma?
Passa essa, também.
* Tio Zeca é seca-senador que adora rir com Amauri Jr. Seu ghost writer prefere a Fix.
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Dr. Magalha, Dr. Magalha, tem um minutinho pra uma entrevista para a revista Celebridades Quentes?
Estou com pressa, tenho que escrever pra minha coluna.
Mas ela sabe ler?
Tá gozando?
Ainda não, mas não tem problema. Por favor, só uma entrevistinha.
Tá bem, minha filha, pergunte. Mas vá rápido.
OK. A primeira pergunta: qual o melhor time do mundo?
O Vasco, claro. Sem o Roberto Dinamite.
Cor predileta?
Vermelho russo.
Livro que te marcou muito?
O Pequeno Príncipe.
Um desejo?
Posso falar? Certeza?
Vai em frente.
Ah, eu desejo o fim da miséria e a paz mundial.
Uma frase de efeito?
Quantos anos você tem?
Quem é o autor desta frase?
Eu. Mas é uma pergunta pra você!
Mas quem pergunta sou eu, Dr.
Puts!
Líder mundial?
Fidel Castro. O cara é um símbolo.
Deve ser símbolo de ditador, né?! Democrata modelo?
Coronel Chávez.
Tá gozando?
Ainda não, continua, continua... Rapidinho, tô com pressa.
Melhor país do mundo? Onde o senhor gostaria de viver?
Algum país europeu: Suíça, Itália, França, Inglaterra... Qualquer um que não tenha pobreza.
Nossa, pensei que responderia Venezuela ou Cuba! Costureiro predileto?
Clô. Ele era muito chic, não acha?
O Sr. sempre dá ótimas ideias aos governantes. Que tal sugerir a criação de coelhinhos para produção de ovinhos que seriam distribuídos para as crianças carentes na Páscoa?
Não vale! Eu já tinha pensado nisso antes.
Carro de sua preferência?
Meu Fusca. Mas, na verdade gosto mesmo é da Mercedes. É lindona! Mas não publica isso não; pode pegar mal pra um socialista como eu.
Pode deixar. Perfume predileto?
Qual você usa?
Passa essa. Prato predileto?
Fettuccine do restaurante Alfredo di Roma. Sabe, lá a gente come com talheres de ouro e ainda encontra celebridades para fotografar. É muito chic.
Dr., não é estranho para um socialista comer com talheres de ouro num restaurante caríssimo em um país capitalista de primeiro mundo?
Passa essa.
É verdade que o senhor foi abduzido por ET’s que haviam roubado uma espaçonave socialista e que lhe deixaram uma cicatriz enorme na cabeça, após a experiência?
Aquele filho Dilma p... Inventou tudo. Sou careca, mesmo!
Qual filho Dilma?
Passa essa, também.
* Tio Zeca é seca-senador que adora rir com Amauri Jr. Seu ghost writer prefere a Fix.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Economista Luso-bolivariano
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Os coitados dos portugueses têm a fama de não serem lá tão espertos. Justa ou injusta a fama lusitana, certamente são mais inteligentes que os bolivarianos governantes, pelo menos no aspecto de finanças públicas.
Qualquer tonto endividado sabe que é melhor pagar uma conta que tenha encargos (juros) maiores antes da conta que tenha juro menor. Mas os bolivarianos tontos fazem justamente o contrário: pagam antes a conta de juros mais baixos e deixam a de juros mais caros lhes comer pelas pernas.
Além dessa lógica matemática financeira de louco, ao invés de deixarem a dívida em dólar, moeda que se desvaloriza dia-a-dia, a mantém em reais, que tem se valorizado ao longo do tempo. Só pode ser coisa de economista luso-bolivariano, sem querer ofender os portugueses.
O ministro chefe das finanças bolivarianas brasileiras fala, de boca cheia, que nos livramos da maldita dívida externa. É papagaio de pirata do mestre Presidente deste país, repetindo o que o patrão garganteia, sem parar para pensar: “- Este governo acabou com a dívida externa histórica brasileira”. Os bobos da corte e os pobres subservientes do partido bradam “vivas” pela corajosa e competente ação de seus líderes. A Prof. Cicy é daquele tempo do “fora FMI” e o Dr. Magalha é do tempo dos dinossauros como Brizola. Como outros papagaios de pirata, adoraram as conquistas econômicas do governo luso-bolivariano brasileiro.
Porém, a Veja e outros veículos da imprensa “marrom” e a maldita Globo, todos a serviço do “capital”, não param de questionar sobre a dívida interna, aquela que o país tem com sua própria população. Você sabe em quanto já chegou esta dívida interna? Não? Mas será o Benedito? Pois é, a dívida pública brasileira já bateu a casa de 1 trilhão e 600 bilhões de reais, e não para de crescer nas mãos de “O Cara” (Lula). Ou seja, cada brasileiro, de mamando a caducando, deve 8 mil reais. Puts! Com esta fortuna, daria para o país manter o Bolsa Família, que consome 12 bilhões por ano, por mil e trezentos anos. É brincadeira?!
O pior de tudo é que os economistas luso-bolivarianos governantes mantêm o juro como um dos mais altos do mundo. Em 2010, 146 bilhões de reais, equivalente a 12 anos de Bolsa Família, correrão direto para as bolsas de banqueiros e especuladores.
Como manteiga, o ministro chefe das finanças luso-bolivarianas se derrete de emoção e alegria ao anunciar o “fim” da dívida externa brasileira. Porém, como um típico bolivariano no poder, mente e mascara, descaradamente, sobre a real situação da dívida pública deste país. Ainda bem que o partido conta com tantos bobos da corte para desviar as atenções do povão. Pois, pois, viva o Brasil “social”!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora bacalhau, bolinhos de Belém e outras maravilhas portuguesas. Seu ghost writer prefere bife a cavalo.
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Os coitados dos portugueses têm a fama de não serem lá tão espertos. Justa ou injusta a fama lusitana, certamente são mais inteligentes que os bolivarianos governantes, pelo menos no aspecto de finanças públicas.
Qualquer tonto endividado sabe que é melhor pagar uma conta que tenha encargos (juros) maiores antes da conta que tenha juro menor. Mas os bolivarianos tontos fazem justamente o contrário: pagam antes a conta de juros mais baixos e deixam a de juros mais caros lhes comer pelas pernas.
Além dessa lógica matemática financeira de louco, ao invés de deixarem a dívida em dólar, moeda que se desvaloriza dia-a-dia, a mantém em reais, que tem se valorizado ao longo do tempo. Só pode ser coisa de economista luso-bolivariano, sem querer ofender os portugueses.
O ministro chefe das finanças bolivarianas brasileiras fala, de boca cheia, que nos livramos da maldita dívida externa. É papagaio de pirata do mestre Presidente deste país, repetindo o que o patrão garganteia, sem parar para pensar: “- Este governo acabou com a dívida externa histórica brasileira”. Os bobos da corte e os pobres subservientes do partido bradam “vivas” pela corajosa e competente ação de seus líderes. A Prof. Cicy é daquele tempo do “fora FMI” e o Dr. Magalha é do tempo dos dinossauros como Brizola. Como outros papagaios de pirata, adoraram as conquistas econômicas do governo luso-bolivariano brasileiro.
Porém, a Veja e outros veículos da imprensa “marrom” e a maldita Globo, todos a serviço do “capital”, não param de questionar sobre a dívida interna, aquela que o país tem com sua própria população. Você sabe em quanto já chegou esta dívida interna? Não? Mas será o Benedito? Pois é, a dívida pública brasileira já bateu a casa de 1 trilhão e 600 bilhões de reais, e não para de crescer nas mãos de “O Cara” (Lula). Ou seja, cada brasileiro, de mamando a caducando, deve 8 mil reais. Puts! Com esta fortuna, daria para o país manter o Bolsa Família, que consome 12 bilhões por ano, por mil e trezentos anos. É brincadeira?!
O pior de tudo é que os economistas luso-bolivarianos governantes mantêm o juro como um dos mais altos do mundo. Em 2010, 146 bilhões de reais, equivalente a 12 anos de Bolsa Família, correrão direto para as bolsas de banqueiros e especuladores.
Como manteiga, o ministro chefe das finanças luso-bolivarianas se derrete de emoção e alegria ao anunciar o “fim” da dívida externa brasileira. Porém, como um típico bolivariano no poder, mente e mascara, descaradamente, sobre a real situação da dívida pública deste país. Ainda bem que o partido conta com tantos bobos da corte para desviar as atenções do povão. Pois, pois, viva o Brasil “social”!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora bacalhau, bolinhos de Belém e outras maravilhas portuguesas. Seu ghost writer prefere bife a cavalo.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Abdução do Bolivarianus exibidus
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Os bolivarianos têm algumas coisas interessantes em comum. Todos pensam e agem mais ou menos da mesma forma, como: amar o democrata Fidel Castro, respeitar o estadista Hugo Chávez, rezar para o santo Che Guevara, odiar o Império (EUA), achar que Lula foi o melhor presidente do Brasil desde os tempos em que o país nem era país, acreditar que o mensalão nunca existiu, apostar no sucesso eleitoral da Coroa terrorista, achar que o iraniano Armadinhodesdejá tem o direito de construir uma bomba atômica (para fins pacíficos, claro), que o capitalismo ruiu, que a Globo não presta, que a Veja é marrom...
Tem uma espécie de bolivariano, identificado cientificamente por Bolivarianus tolus, subespécie Exibidus sp, que além de retratar bem o perfil descrito, também não sabe como fazer para aparecer mais. O Bolivarianus exibidus adora se fotografar ao lado de personalidades, puxar o saco de autoridades - quaisquer que sejam, sugerir uma porção de bobagens para os governantes e assistir ao BBB pra ter o que falar. No aspecto de vestimentas, consegue usar camiseta do Che, num dia, e de Obama, em outro. Usa peruca, sunga vermelha, tênis Nike, pinta o cabelo e o bigode de acaju bugio, tudo na maior elegantesse. Você conhece algum bolivariano que se encaixe perfeitamente nestas características? Claro, Dr. Magalha é o mais notório exemplar desta subespécie identificado nas cidadezinhas por onde este jornal circula.
O Dr. tem uma touca com o escudo do Vasco que já foi alvo de especulação por um seca-senador burguês. Ele contou, de forma totalmente sigilosa durante o cafezinho, que na verdade a toca era um bloqueador solar necessário para proteger sua enorme cicatriz. “- Cicatriz? O Dr. tem uma cicatriz na cabeça?”, pergunta um curioso. “- A história é a seguinte:” - segue o contador do segredo – “- O Dr. Magalha foi abduzido por uma espaçonave soviética que havia sido roubada por extra-terrestres”. Impacto e comoção geral nos que estavam ouvindo aquela impressionante história. Espaçonave soviética, ET’s, abdução do Dr. Magalha... Não é possível! Ou será? Um seca-senador do PM (Partido do Muro) duvidou: “- Você tem alguma prova disso?”. No que respondeu na lata, o contador: “- Claro que sim. Você nunca reparou naquela enorme cicatriz em sua cabeça?”. E continuou comprovando a história: “- As espaçonaves socialistas são muito mais avançadas do que as dos ET´s, por isso eles a roubaram. Depois da experiência, ficou aquela enorme cicatriz e nunca mais nasceu cabelo na cabeça do Dr. É por isso que ele precisa se proteger do sol com uma toca”. Um dos ouvintes, admirado exclama: “- E eu pensava que aquilo era calvície!”.
Mas o que alhos têm com bugalhos? Onde a história do Bolivarianus exibidus se encaixa na história do ET? Só num ponto: o personagem é o mesmo.
* Tio Zeca é um chato (principalmente para os bolivarianos). Seu ghost writer é muito pior.
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Os bolivarianos têm algumas coisas interessantes em comum. Todos pensam e agem mais ou menos da mesma forma, como: amar o democrata Fidel Castro, respeitar o estadista Hugo Chávez, rezar para o santo Che Guevara, odiar o Império (EUA), achar que Lula foi o melhor presidente do Brasil desde os tempos em que o país nem era país, acreditar que o mensalão nunca existiu, apostar no sucesso eleitoral da Coroa terrorista, achar que o iraniano Armadinhodesdejá tem o direito de construir uma bomba atômica (para fins pacíficos, claro), que o capitalismo ruiu, que a Globo não presta, que a Veja é marrom...
Tem uma espécie de bolivariano, identificado cientificamente por Bolivarianus tolus, subespécie Exibidus sp, que além de retratar bem o perfil descrito, também não sabe como fazer para aparecer mais. O Bolivarianus exibidus adora se fotografar ao lado de personalidades, puxar o saco de autoridades - quaisquer que sejam, sugerir uma porção de bobagens para os governantes e assistir ao BBB pra ter o que falar. No aspecto de vestimentas, consegue usar camiseta do Che, num dia, e de Obama, em outro. Usa peruca, sunga vermelha, tênis Nike, pinta o cabelo e o bigode de acaju bugio, tudo na maior elegantesse. Você conhece algum bolivariano que se encaixe perfeitamente nestas características? Claro, Dr. Magalha é o mais notório exemplar desta subespécie identificado nas cidadezinhas por onde este jornal circula.
O Dr. tem uma touca com o escudo do Vasco que já foi alvo de especulação por um seca-senador burguês. Ele contou, de forma totalmente sigilosa durante o cafezinho, que na verdade a toca era um bloqueador solar necessário para proteger sua enorme cicatriz. “- Cicatriz? O Dr. tem uma cicatriz na cabeça?”, pergunta um curioso. “- A história é a seguinte:” - segue o contador do segredo – “- O Dr. Magalha foi abduzido por uma espaçonave soviética que havia sido roubada por extra-terrestres”. Impacto e comoção geral nos que estavam ouvindo aquela impressionante história. Espaçonave soviética, ET’s, abdução do Dr. Magalha... Não é possível! Ou será? Um seca-senador do PM (Partido do Muro) duvidou: “- Você tem alguma prova disso?”. No que respondeu na lata, o contador: “- Claro que sim. Você nunca reparou naquela enorme cicatriz em sua cabeça?”. E continuou comprovando a história: “- As espaçonaves socialistas são muito mais avançadas do que as dos ET´s, por isso eles a roubaram. Depois da experiência, ficou aquela enorme cicatriz e nunca mais nasceu cabelo na cabeça do Dr. É por isso que ele precisa se proteger do sol com uma toca”. Um dos ouvintes, admirado exclama: “- E eu pensava que aquilo era calvície!”.
Mas o que alhos têm com bugalhos? Onde a história do Bolivarianus exibidus se encaixa na história do ET? Só num ponto: o personagem é o mesmo.
* Tio Zeca é um chato (principalmente para os bolivarianos). Seu ghost writer é muito pior.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Herói Bolivariano III
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
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A onda bolivariana que assolou o país com o nobre objetivo de “reparar erros históricos” e “promover a igualdade social” tem gerado polêmica em todos os rincões. Até mesmo nestas plagas, o pau comeu quando alguns queriam novo feriado em nosso calendário, o Dia da Consciência Negra, e outros - a maioria - não quiseram. O “Dia” é comemorado em muitas cidades brasileiras na data de aniversário de morte do herói Zumbi dos Palmares, quase um santo para os bolivarianos. Ao herói Zumbi se atribui o espírito humanista, os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Os bolivarianos transformaram Zumbi numa espécie de primeiro líder socialista da América Latina, e o Quilombo dos Palmares, em uma sociedade igualitária de seus sonhos. Em Palmares, ensinava a Prof. Cicy, não havia desníveis sociais, plantavam-se alimentos diversos e a comida era abundante. Fora de Palmares, era a economia exploradora e colonial que predominava. A monocultura, a exploração do trabalho pelo capital e classes sociais opressoras e oprimidas era o que existia fora dos limites do quilombo. Ou seja, em Palmares, tudo de bom, fora de lá, tudo de ruim. Os bolivarianos tentam caracterizar Palmares como a primeira luta de classes na história do Brasil e é por isso que podemos ver diversos deles pedindo cotas raciais e feriados. Não por “reparação dos erros históricos”, mas pela ideologia marxista que contaminou irreversivelmente a mente dessa gente. Nas entrelinhas, a sociedade igualitária (comunista) seria possível voltar a existir no Brasil. Quer saber o que os bolivarianos escondem desta história de Zumbi? Vamos lá.
O herói Zumbi mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. O herói também sequestrava mulheres, “produto” raro naquelas primeiras décadas do Brasil. Zumbi tinha escravos. Tinha “palácio” e casas para a família, e era assistido por guardas e oficiais, tratado com honras de senhor. Para chegarem à sua presença, só se se pusessem de joelhos no chão. Era chamado de “majestade”. Quem não pagasse tributos aos palmeristas – em mantimentos, armas e dinheiro – corria o risco de ter sua propriedade saqueada, suas plantações incendiadas e seus escravos sequestrados. O quilombo mais parecia a um povoado africano, com hierarquia rígida entre os reis e seus servos, do que a uma “sociedade igualitária”, como quer a Prof. Cicy e seus companheros bolivarianos.
Um acordo de paz havia sido celebrado pelo governador de Pernambuco e Ganga Zumba, tio de Zumbi. Os portugueses não atacariam mais o quilombo em troca da devolução dos moradores que não tivessem nascido em Palmares e a transferência do quilombo para local mais distante. O herói Zumbi parece ter preferido guerra, o que provocou a destruição do quilombo. Os bolivarianos tentam transformar o tio em traidor e Zumbi no herói, associando a ele os valores da guerra, da coragem, da resistência, do destemor às forças coloniais.
Pior que trair a história verdadeira, é usar uma enorme massa de pessoas mal informadas e iludidas pela “reparação dos erros” e pela “igualdade social” para tentar tornar realidade o sonho ideológico bolivariano. É isso que os governantes bolivarianos tem feito, com muito empenho. Coitados daqueles que são contra o Dia do Herói Zumbi – passam a ser vistos como o “traidor” Ganga Zumba. Mais coitado ainda, o povo que se deixa iludir pela utopia socialista e pela “boa intenção” de nossos governantes.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora os heróis em quadrinhos, mesmo os americanos.
tiozecacapitalista@ig.com.br
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A onda bolivariana que assolou o país com o nobre objetivo de “reparar erros históricos” e “promover a igualdade social” tem gerado polêmica em todos os rincões. Até mesmo nestas plagas, o pau comeu quando alguns queriam novo feriado em nosso calendário, o Dia da Consciência Negra, e outros - a maioria - não quiseram. O “Dia” é comemorado em muitas cidades brasileiras na data de aniversário de morte do herói Zumbi dos Palmares, quase um santo para os bolivarianos. Ao herói Zumbi se atribui o espírito humanista, os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade. Os bolivarianos transformaram Zumbi numa espécie de primeiro líder socialista da América Latina, e o Quilombo dos Palmares, em uma sociedade igualitária de seus sonhos. Em Palmares, ensinava a Prof. Cicy, não havia desníveis sociais, plantavam-se alimentos diversos e a comida era abundante. Fora de Palmares, era a economia exploradora e colonial que predominava. A monocultura, a exploração do trabalho pelo capital e classes sociais opressoras e oprimidas era o que existia fora dos limites do quilombo. Ou seja, em Palmares, tudo de bom, fora de lá, tudo de ruim. Os bolivarianos tentam caracterizar Palmares como a primeira luta de classes na história do Brasil e é por isso que podemos ver diversos deles pedindo cotas raciais e feriados. Não por “reparação dos erros históricos”, mas pela ideologia marxista que contaminou irreversivelmente a mente dessa gente. Nas entrelinhas, a sociedade igualitária (comunista) seria possível voltar a existir no Brasil. Quer saber o que os bolivarianos escondem desta história de Zumbi? Vamos lá.
O herói Zumbi mandava capturar escravos de fazendas vizinhas para que eles trabalhassem forçados no Quilombo dos Palmares. O herói também sequestrava mulheres, “produto” raro naquelas primeiras décadas do Brasil. Zumbi tinha escravos. Tinha “palácio” e casas para a família, e era assistido por guardas e oficiais, tratado com honras de senhor. Para chegarem à sua presença, só se se pusessem de joelhos no chão. Era chamado de “majestade”. Quem não pagasse tributos aos palmeristas – em mantimentos, armas e dinheiro – corria o risco de ter sua propriedade saqueada, suas plantações incendiadas e seus escravos sequestrados. O quilombo mais parecia a um povoado africano, com hierarquia rígida entre os reis e seus servos, do que a uma “sociedade igualitária”, como quer a Prof. Cicy e seus companheros bolivarianos.
Um acordo de paz havia sido celebrado pelo governador de Pernambuco e Ganga Zumba, tio de Zumbi. Os portugueses não atacariam mais o quilombo em troca da devolução dos moradores que não tivessem nascido em Palmares e a transferência do quilombo para local mais distante. O herói Zumbi parece ter preferido guerra, o que provocou a destruição do quilombo. Os bolivarianos tentam transformar o tio em traidor e Zumbi no herói, associando a ele os valores da guerra, da coragem, da resistência, do destemor às forças coloniais.
Pior que trair a história verdadeira, é usar uma enorme massa de pessoas mal informadas e iludidas pela “reparação dos erros” e pela “igualdade social” para tentar tornar realidade o sonho ideológico bolivariano. É isso que os governantes bolivarianos tem feito, com muito empenho. Coitados daqueles que são contra o Dia do Herói Zumbi – passam a ser vistos como o “traidor” Ganga Zumba. Mais coitado ainda, o povo que se deixa iludir pela utopia socialista e pela “boa intenção” de nossos governantes.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora os heróis em quadrinhos, mesmo os americanos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Herói Bolivariano II
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Prof. Cicy não aguenta tanta emoção quando se lembra do herói bolivariano Luiz Carlos Prestes. Junta água nos olhinhos. Se tem um comunista tupiniquim tão adorado e venerado por outros comunistas (só por eles) é o tal criador da Coluna Prestes. Seus trabalhos revolucionários se iniciaram em 1924, liderando uma rebelião de militares gaúchos e só acabaram quando ele foi chamado para a morada do capeta, em 1990. A história de Prestes e sua famosa Coluna não é contada só pela Prof. Cicy, na versão romântico-mentirosa socialista. Também é contada na versão capitalista. Quer saber esta outra versão? Então lá vai.
A revolta de jovens militares, conhecida como tenentismo, se iniciou em São Paulo, em 1924. Depois de serem bombardeados por tropas federais usando aviões, deram no pé e vieram bater em Foz do Iguaçu. Ao se encontrarem com a gauchada rebelada, formaram uma poderosa frente de combate a São Paulo ou Rio? Que nada! Fizeram algo mais “útil”: montaram uma Coluna e seguiram viagem para regiões remotas, muito pobres e sem proteção, no interiorzão do Brasil. Andaram e cavalgaram do Paraná para Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, todos os estados nordestinos e, fugindo, chegaram à Bolívia e Paraguai. Nossa Prof. Cicy ensinava que eles queriam “ver de perto” a exploração do povão pelos líderes econômicos locais, denunciar a miséria e conscientizar a população. Ela falava que esses visionários queriam “libertar” o povo. No fundo queriam arregimentar soldados para enfrentar o exército brasileiro, contudo, nunca tiveram apoio popular. Também pudera, por onde passavam saqueavam, roubavam, incendiavam, torturavam, extorquiam, estupravam e matavam. Quando sabiam da proximidade da Coluna, o povo dava no pé, fugia. A maioria dos integrantes da Coluna queria se aventurar e tirar proveito de cidades sem proteção do Estado.
Depois de amedrontar o Brasil, o herói Prestes fugiu pra Argentina e de lá foi para a União Soviética buscar o apoio do maior tirano da história da humanidade: Josef Stálin. Voltou com um time de conspiradores estrangeiros de “1° mundo” que viviam no Rio de Janeiro e se comunicavam através de bilhetes cheios de códigos. Todos recebiam “salários” e verbas enviadas diretamente por Stálin.
O herói Prestes tentou apoiar um golpe, iniciado por militares no nordeste, para derrubar Getúlio Vargas. Disparou mensagens codificadas para sua rede de contatos dando a data do golpe. Acontece que sua rede já havia sido desmantelada pelo governo e seus bilhetes foram um tiro no pé dos revolucionários. Por sua incompetência, a revolta foi derrotada antes mesmo de começar, ganhando o apelido de Intentona Comunista. Com a polícia no seu encalço, deu no pé com sua esposa-revolucionária-terrorista Olga Benário, judia alemã, deixando para trás centenas de documentos sobre a conspiração no interior do cofre de seu apartamento. Inteligente este herói bolivariano! Resultado: Prestes e Olga foram presos em 9 de março de 1936. Olga foi extraditada, grávida de sete meses, para a Alemanha nazista. Morreu 6 anos depois numa câmara de gás, desprezada pelos camaradas soviéticos, que odiavam revolucionários fracassados.
O herói Prestes também foi o responsável pela morte de Elza, codinome de Elvira Cupello Calônio, jovem empregada doméstica que entrou para o movimento por influência do namorado. Desconfiado de que ela traia o grupo, o herói a julgou e a condenou, através de um bilhete. Pena de morte! Foi enforcada e depois teve diversos ossos quebrados para o corpo poder caber num pequeno saco. Prestes e seus 3 comparsas foram condenados a penas de 20 a 30 anos de prisão pelo assassinato de Elza, mas anistiados por Getúlio Vargas, em 1945. Todos ficaram livres, então.
A guerrilha promovida pelos camaradas só fez piorar a agressividade do regime militar. Os guerrilheiros nunca lutaram pela liberdade, queriam a “ditadura do proletariado”. Se seus sonhos comunistas se realizassem, hoje o Brasil seria um Cubão, um Coreião do Norte ou, no mínimo, uma Venezuelão. Graças às trapalhadas, erros e atos irresponsáveis do herói Prestes que prejudicaram o próprio movimento, ficamos livres daqueles seus ideais maravilhosos. O sonho acabou, para nossa sorte, embora alguns dinossauros políticos ainda acreditem nele. Que este sonho comunista (socialista, bolivariano ou como queira chamar) se transforme em pesadelo eleitoral para a candidata Coroa, para a Prof. Cicy e outras coroas ideológicas.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora os heróis do Quarteto Fantástico.
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Prof. Cicy não aguenta tanta emoção quando se lembra do herói bolivariano Luiz Carlos Prestes. Junta água nos olhinhos. Se tem um comunista tupiniquim tão adorado e venerado por outros comunistas (só por eles) é o tal criador da Coluna Prestes. Seus trabalhos revolucionários se iniciaram em 1924, liderando uma rebelião de militares gaúchos e só acabaram quando ele foi chamado para a morada do capeta, em 1990. A história de Prestes e sua famosa Coluna não é contada só pela Prof. Cicy, na versão romântico-mentirosa socialista. Também é contada na versão capitalista. Quer saber esta outra versão? Então lá vai.
A revolta de jovens militares, conhecida como tenentismo, se iniciou em São Paulo, em 1924. Depois de serem bombardeados por tropas federais usando aviões, deram no pé e vieram bater em Foz do Iguaçu. Ao se encontrarem com a gauchada rebelada, formaram uma poderosa frente de combate a São Paulo ou Rio? Que nada! Fizeram algo mais “útil”: montaram uma Coluna e seguiram viagem para regiões remotas, muito pobres e sem proteção, no interiorzão do Brasil. Andaram e cavalgaram do Paraná para Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, todos os estados nordestinos e, fugindo, chegaram à Bolívia e Paraguai. Nossa Prof. Cicy ensinava que eles queriam “ver de perto” a exploração do povão pelos líderes econômicos locais, denunciar a miséria e conscientizar a população. Ela falava que esses visionários queriam “libertar” o povo. No fundo queriam arregimentar soldados para enfrentar o exército brasileiro, contudo, nunca tiveram apoio popular. Também pudera, por onde passavam saqueavam, roubavam, incendiavam, torturavam, extorquiam, estupravam e matavam. Quando sabiam da proximidade da Coluna, o povo dava no pé, fugia. A maioria dos integrantes da Coluna queria se aventurar e tirar proveito de cidades sem proteção do Estado.
Depois de amedrontar o Brasil, o herói Prestes fugiu pra Argentina e de lá foi para a União Soviética buscar o apoio do maior tirano da história da humanidade: Josef Stálin. Voltou com um time de conspiradores estrangeiros de “1° mundo” que viviam no Rio de Janeiro e se comunicavam através de bilhetes cheios de códigos. Todos recebiam “salários” e verbas enviadas diretamente por Stálin.
O herói Prestes tentou apoiar um golpe, iniciado por militares no nordeste, para derrubar Getúlio Vargas. Disparou mensagens codificadas para sua rede de contatos dando a data do golpe. Acontece que sua rede já havia sido desmantelada pelo governo e seus bilhetes foram um tiro no pé dos revolucionários. Por sua incompetência, a revolta foi derrotada antes mesmo de começar, ganhando o apelido de Intentona Comunista. Com a polícia no seu encalço, deu no pé com sua esposa-revolucionária-terrorista Olga Benário, judia alemã, deixando para trás centenas de documentos sobre a conspiração no interior do cofre de seu apartamento. Inteligente este herói bolivariano! Resultado: Prestes e Olga foram presos em 9 de março de 1936. Olga foi extraditada, grávida de sete meses, para a Alemanha nazista. Morreu 6 anos depois numa câmara de gás, desprezada pelos camaradas soviéticos, que odiavam revolucionários fracassados.
O herói Prestes também foi o responsável pela morte de Elza, codinome de Elvira Cupello Calônio, jovem empregada doméstica que entrou para o movimento por influência do namorado. Desconfiado de que ela traia o grupo, o herói a julgou e a condenou, através de um bilhete. Pena de morte! Foi enforcada e depois teve diversos ossos quebrados para o corpo poder caber num pequeno saco. Prestes e seus 3 comparsas foram condenados a penas de 20 a 30 anos de prisão pelo assassinato de Elza, mas anistiados por Getúlio Vargas, em 1945. Todos ficaram livres, então.
A guerrilha promovida pelos camaradas só fez piorar a agressividade do regime militar. Os guerrilheiros nunca lutaram pela liberdade, queriam a “ditadura do proletariado”. Se seus sonhos comunistas se realizassem, hoje o Brasil seria um Cubão, um Coreião do Norte ou, no mínimo, uma Venezuelão. Graças às trapalhadas, erros e atos irresponsáveis do herói Prestes que prejudicaram o próprio movimento, ficamos livres daqueles seus ideais maravilhosos. O sonho acabou, para nossa sorte, embora alguns dinossauros políticos ainda acreditem nele. Que este sonho comunista (socialista, bolivariano ou como queira chamar) se transforme em pesadelo eleitoral para a candidata Coroa, para a Prof. Cicy e outras coroas ideológicas.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora os heróis do Quarteto Fantástico.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Herói Bolivariano I
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
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Não só as pessoas normais têm seus heróis e heroínas, como também os bolivarianos. Contudo, estes heróis bolivarianos têm uma biografia um tanto controversa para as pessoas normais. Um dos mais célebres é Solano López, ditador paraguaio na época da Guerra do Paraguai. Prof. Cicy sempre ensinou que o Brasil matou 95% da população masculina paraguaia, que sobraram somente mulheres e crianças, e que a Inglaterra queria que o Brasil destruísse o Paraguai (seria uma potência em crescimento ameaçador). Isso mesmo. O Paraguai estaria desafiando o imperialismo inglês e nós, brasileiros, beligerantes e bobinhos que somos, entramos na peleia com a ajuda de los hermanos argentinos e uruguaios. O herói Solano teria nacionalizado as terras de latifúndios poderosos que exploravam os menos favorecidos. Entramos numa dívida de guerra impagável, irresponsabilidade de nossos militares ambiciosos. Tudo culpa do imperialismo inglês e da cobiça capitalista anglo-tupiniquim. Sabe qual é a outra versão da história? Vamos lá.
O Paraguai, naquela época, tinha um sistema de poder muito interessante, apesar de ser uma República. O cargo de presidente era vitalício e hereditário, como adoram os esquerdistas. Carlos López, pai de Solano, havia escolhido como seu sucessor o mais competente de seus filhos – Angel Begnino. O moribundo presidente Carlos foi convencido por Solano, sabe lá como, a mudar sua decisão e o tornou seu sucessor. A família era dona de quase 90% das terras do Paraguai. O país exportava somente erva-mate, tabaco e madeira, e para entrar no negócio, só se fosse compañero do presidente. Não havia fábricas, pois os empresários tinham sido expulsos do país, por medo que conspirassem contra o governo. Quase todos os produtos industrializados tinham que ser importados. O herói bolivariano Solano López também era doidão, cheio de complexo de superioridade, vaidoso, bipolar e corrupto. Com a guerra perdida e obcecado por supostas conspirações contra seu governo, mandou matar o próprio irmão. O herói era casado com uma prostituta irlandesa que conheceu em um cabaré parisiense (já naquela época os bolivarianos gostavam de viajar para países capitalistas). A doidinha mandava açoitar qualquer um, por qualquer motivo. Pretendia substituir a população feminina paraguaia, exterminando as recém-nascidas e as substituindo por escocesas.
O Brasil nunca havia se preocupado com o distante Paraguai, muito menos com seu poderio bélico. Jamais teve a intenção de destruir o país vizinho. Pelo contrário, o doidão bolivariano que declarou guerra ao Brasil após ter confiscado o navio Marquês de Olinda e invadido o pantanal mato-grossense com 7.700 soldados. O Brasil tinha menos de 900 soldados para vigiar toda a região. Os soldados brasileiros de um forte em Corumbá e seu comandante deram no pé. Fugiram de barco e a pé, demonstrando a bravura brasileira. Como no exército brasileiro só tinham miseráveis, tiveram que criar a campanha dos Voluntários da Pátria. Visconde de Taunay liderou a primeira marcha (a pé, mesmo!) com 2 mil soldados para o pantanal, depois de 8 meses da invasão. 600 soldados morreram de cólera, varíola, desnutrição e exaustão antes de chegarem aos campos de batalha. Boa parte das baixas durante a guerra, dos dois lados do front, foi por estes males.
O doidão paraguaio achou que venceria facilmente o Brasil (22 vezes mais populoso), sem precisar fazer nenhum acordo com os argentinos. Como não teve a concordância dos argentinos para passar pelo seu território para encurtar caminho até o Rio Grande do Sul, declarou guerra também contra los hermanos. Declarar guerra contra os dois maiores países da América do Sul é coisa de herói. Orgulho da Prof. Cicy! O resultado foi que, em maio de 1865, se formou a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) para se defenderem do Paraguai. Isso mesmo, para se defenderem! Graças às trapalhadas militares e estratégicas de Solano, os brasileiros venceram navios e 6 mil soldados paraguaios, camuflados nas margens do rio, na Batalha Naval do Riachuelo. A maior derrota paraguaia foi quando 17 mil soldados aliados libertaram a cidade de Uruguaiana do domínio do herói Solano. Machão como o Coronel Chávez, Solano não se rendeu para preservar a população e o que sobrara do país. Ao contrário, continuou por mais 5 anos comandando essa campanha suicida por acreditar que derrotaria os seus adversários. Começar uma guerra dessas e continuar nela sem a mínima chance de vencer é coisa de bolivariano louco!
A dívida de guerra brasileira (11 vezes a receita anual do país), ao contrário do que a Prof. Cicy ensina, era menos que 10% com estrangeiros. A maioria foi com banqueiros brasileiros e com a emissão de títulos públicos. A Inglaterra nunca teve interesse numa guerra, já que tinha investimentos e empresas nos países sul-americanos conflagrados. A estória da Guerra do Paraguai sempre foi um discurso político esquerdista contra os militares brasileiros e contra o capitalismo.
Em 1936, o ditador paraguaio Coronel Franco decretou a absolvição retroativa do Marechal Solano López, considerado traidor da pátria depois de sua derrota, e ainda mandou construir Lo Panteón Nacional de los Héroes, para onde foram transferidas suas supostas cinzas. Outro ditador paraguaio, General Strossner, mandou exumar o corpo da prostituta de Solano e o enterrou, com honras, em solo paraguaio.
Para terminar, sabe como Solano López foi reconhecido pelos soldados brasileiros no campo de batalha? Não? É simples; era o único gordinho. Todos os outros estavam subnutridos. Os bolivarianos merecem seus heróis.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que nunca conheceu o Paraguai. Seu ghost writer adora comprar na Casa China e ouvir Perla.
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Não só as pessoas normais têm seus heróis e heroínas, como também os bolivarianos. Contudo, estes heróis bolivarianos têm uma biografia um tanto controversa para as pessoas normais. Um dos mais célebres é Solano López, ditador paraguaio na época da Guerra do Paraguai. Prof. Cicy sempre ensinou que o Brasil matou 95% da população masculina paraguaia, que sobraram somente mulheres e crianças, e que a Inglaterra queria que o Brasil destruísse o Paraguai (seria uma potência em crescimento ameaçador). Isso mesmo. O Paraguai estaria desafiando o imperialismo inglês e nós, brasileiros, beligerantes e bobinhos que somos, entramos na peleia com a ajuda de los hermanos argentinos e uruguaios. O herói Solano teria nacionalizado as terras de latifúndios poderosos que exploravam os menos favorecidos. Entramos numa dívida de guerra impagável, irresponsabilidade de nossos militares ambiciosos. Tudo culpa do imperialismo inglês e da cobiça capitalista anglo-tupiniquim. Sabe qual é a outra versão da história? Vamos lá.
O Paraguai, naquela época, tinha um sistema de poder muito interessante, apesar de ser uma República. O cargo de presidente era vitalício e hereditário, como adoram os esquerdistas. Carlos López, pai de Solano, havia escolhido como seu sucessor o mais competente de seus filhos – Angel Begnino. O moribundo presidente Carlos foi convencido por Solano, sabe lá como, a mudar sua decisão e o tornou seu sucessor. A família era dona de quase 90% das terras do Paraguai. O país exportava somente erva-mate, tabaco e madeira, e para entrar no negócio, só se fosse compañero do presidente. Não havia fábricas, pois os empresários tinham sido expulsos do país, por medo que conspirassem contra o governo. Quase todos os produtos industrializados tinham que ser importados. O herói bolivariano Solano López também era doidão, cheio de complexo de superioridade, vaidoso, bipolar e corrupto. Com a guerra perdida e obcecado por supostas conspirações contra seu governo, mandou matar o próprio irmão. O herói era casado com uma prostituta irlandesa que conheceu em um cabaré parisiense (já naquela época os bolivarianos gostavam de viajar para países capitalistas). A doidinha mandava açoitar qualquer um, por qualquer motivo. Pretendia substituir a população feminina paraguaia, exterminando as recém-nascidas e as substituindo por escocesas.
O Brasil nunca havia se preocupado com o distante Paraguai, muito menos com seu poderio bélico. Jamais teve a intenção de destruir o país vizinho. Pelo contrário, o doidão bolivariano que declarou guerra ao Brasil após ter confiscado o navio Marquês de Olinda e invadido o pantanal mato-grossense com 7.700 soldados. O Brasil tinha menos de 900 soldados para vigiar toda a região. Os soldados brasileiros de um forte em Corumbá e seu comandante deram no pé. Fugiram de barco e a pé, demonstrando a bravura brasileira. Como no exército brasileiro só tinham miseráveis, tiveram que criar a campanha dos Voluntários da Pátria. Visconde de Taunay liderou a primeira marcha (a pé, mesmo!) com 2 mil soldados para o pantanal, depois de 8 meses da invasão. 600 soldados morreram de cólera, varíola, desnutrição e exaustão antes de chegarem aos campos de batalha. Boa parte das baixas durante a guerra, dos dois lados do front, foi por estes males.
O doidão paraguaio achou que venceria facilmente o Brasil (22 vezes mais populoso), sem precisar fazer nenhum acordo com os argentinos. Como não teve a concordância dos argentinos para passar pelo seu território para encurtar caminho até o Rio Grande do Sul, declarou guerra também contra los hermanos. Declarar guerra contra os dois maiores países da América do Sul é coisa de herói. Orgulho da Prof. Cicy! O resultado foi que, em maio de 1865, se formou a Tríplice Aliança (Brasil, Argentina e Uruguai) para se defenderem do Paraguai. Isso mesmo, para se defenderem! Graças às trapalhadas militares e estratégicas de Solano, os brasileiros venceram navios e 6 mil soldados paraguaios, camuflados nas margens do rio, na Batalha Naval do Riachuelo. A maior derrota paraguaia foi quando 17 mil soldados aliados libertaram a cidade de Uruguaiana do domínio do herói Solano. Machão como o Coronel Chávez, Solano não se rendeu para preservar a população e o que sobrara do país. Ao contrário, continuou por mais 5 anos comandando essa campanha suicida por acreditar que derrotaria os seus adversários. Começar uma guerra dessas e continuar nela sem a mínima chance de vencer é coisa de bolivariano louco!
A dívida de guerra brasileira (11 vezes a receita anual do país), ao contrário do que a Prof. Cicy ensina, era menos que 10% com estrangeiros. A maioria foi com banqueiros brasileiros e com a emissão de títulos públicos. A Inglaterra nunca teve interesse numa guerra, já que tinha investimentos e empresas nos países sul-americanos conflagrados. A estória da Guerra do Paraguai sempre foi um discurso político esquerdista contra os militares brasileiros e contra o capitalismo.
Em 1936, o ditador paraguaio Coronel Franco decretou a absolvição retroativa do Marechal Solano López, considerado traidor da pátria depois de sua derrota, e ainda mandou construir Lo Panteón Nacional de los Héroes, para onde foram transferidas suas supostas cinzas. Outro ditador paraguaio, General Strossner, mandou exumar o corpo da prostituta de Solano e o enterrou, com honras, em solo paraguaio.
Para terminar, sabe como Solano López foi reconhecido pelos soldados brasileiros no campo de batalha? Não? É simples; era o único gordinho. Todos os outros estavam subnutridos. Os bolivarianos merecem seus heróis.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que nunca conheceu o Paraguai. Seu ghost writer adora comprar na Casa China e ouvir Perla.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
O Ilusionista
* Tio Zeca
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
David Copperfield é um dos maiores ilusionistas do mundo. Faz sumir e aparecer pessoas, animais e objetos pequenos ou grandes. É festejado pelos quatro cantos do planeta. Apesar de ser americano, não causa nenhuma inveja aos brasileiros. Também temos um ilusionista festejado mundo a fora e, aqui no Brasil, faz sucesso como poucos. Auto proclama-se como o maior líder que este país já teve; quem mais fez e aconteceu. Que o digam o Dr. Magalha e a Prof. Cicy, fiéis tietes de carteirinha de nosso showman.
O Ilusionista tupiniquim é mais hábil que o próprio Copperfield. O nosso “mágico” consegue “mudar” a realidade, alterar números e índices de desempenho e violentar a inteligência alheia enquanto estampa no rosto a mesma simpatia do mestre americano.
Alguns de seus números circenses de encanto com maior repercussão, inclusive internacional, foram os seguintes:
1) Conseguiu sobreviver e manter sua família por muitos anos sem precisar trabalhar, estudar ou se empenhar. Tudo caindo do céu. Não é formidável? Nem Copperfield conseguiria viver sem precisar trabalhar. Aplausos para ele. Ter amigos e compadres influentes foi suficiente para manter a geladeira, a churrasqueira, o guarda-roupa e os bolsos sempre cheios.
2) Disse que seu governo pagou a histórica dívida externa do país. Conseguiu, e ninguém sabe como, dar sumiço na dívida de mais de 200 bilhões de dólares. Aplausos. O Brasil pagou só US$ 5 bilhões desta dívida. O resto são créditos oficiais e privados de pessoas e empresas estrangeiras no Brasil que confrontados com os créditos brasileiros no exterior dá saldo zero. É apenas uma conta de crédito e débito que no final fica zero a zero. Ninguém pagou nada. Ninguém saldou nada. Ninguém quitou nada. Tudo ilusão.
3) Como conseguiu fazer uma dívida externa virar pó, também teve capacidade de ocultar a dívida interna brasileira. No início de seu governo, a dívida interna era de cerca de 600 bilhões de reais. Sabe quanto é hoje? Não? Aplausos. Isto é o efeito bem-sucedido do espetáculo ilusionista: ninguém consegue perceber o truque. Mais aplausos. Hoje, a dívida interna é de 1 trilhão e 500 bilhões de reais. Cresceu mais de 7% no ano passado e poderá chegar ao final deste ano em 1 trilhão e 700 bilhões. Só um grande ilusionista é capaz de ocultar uma conta tão alta como esta. Viva! Viva!
4) Faz 12 bilhões de reais parecerem uma fortuna quando os transforma em Bolsa Família. Não é formidável esse valor parecer enorme enquanto representa apenas zero vírgula qualquer coisa da arrecadação da União? Não é mais formidável ainda conseguir esconder que gasta o dobro disso com pagamentos aos companheros e que os gastos com o pessoal foram 70 bilhões de reais a mais do que eram? Aplausos, muito mais aplausos.
5) Consegue fazer 80% da população brasileira se esquecer completamente de suas 700 promessas de campanha. Também pudera; quem conseguiria se lembrar de 700 promessas?! Urra! Urra!
6) Como que em um passe de mágica, transformou seus maiores adversários políticos do passado – Sarney, Collor, Renan e outros tantos de altíssima reputação - em seus maiores aliados. Loucura, loucura!
O Dr. Magalha, a Prof. Cicy e milhões de bobos da corte o aplaudem com a mesma vibração ao verem Copperfield fazer desaparecer a Estátua da Liberdade. O segredo da mágica é simples: enquanto existir subservientes e ignorantes, existirá bolivarianos comandando o Brasil.
Enquanto o Ilusionista continua com seus shows Brasil afora (com sua fiel Ajudante de Mágico), tem seca-senador da extrema direita que já comprou varinha de condão para tentar fazer o Showman e a Coroa virarem sapinhos.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora o Cirque Du Soleil. Seu ghost writer prefere Orlando Orfei.
tiozecacapitalista@ig.com.br
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David Copperfield é um dos maiores ilusionistas do mundo. Faz sumir e aparecer pessoas, animais e objetos pequenos ou grandes. É festejado pelos quatro cantos do planeta. Apesar de ser americano, não causa nenhuma inveja aos brasileiros. Também temos um ilusionista festejado mundo a fora e, aqui no Brasil, faz sucesso como poucos. Auto proclama-se como o maior líder que este país já teve; quem mais fez e aconteceu. Que o digam o Dr. Magalha e a Prof. Cicy, fiéis tietes de carteirinha de nosso showman.
O Ilusionista tupiniquim é mais hábil que o próprio Copperfield. O nosso “mágico” consegue “mudar” a realidade, alterar números e índices de desempenho e violentar a inteligência alheia enquanto estampa no rosto a mesma simpatia do mestre americano.
Alguns de seus números circenses de encanto com maior repercussão, inclusive internacional, foram os seguintes:
1) Conseguiu sobreviver e manter sua família por muitos anos sem precisar trabalhar, estudar ou se empenhar. Tudo caindo do céu. Não é formidável? Nem Copperfield conseguiria viver sem precisar trabalhar. Aplausos para ele. Ter amigos e compadres influentes foi suficiente para manter a geladeira, a churrasqueira, o guarda-roupa e os bolsos sempre cheios.
2) Disse que seu governo pagou a histórica dívida externa do país. Conseguiu, e ninguém sabe como, dar sumiço na dívida de mais de 200 bilhões de dólares. Aplausos. O Brasil pagou só US$ 5 bilhões desta dívida. O resto são créditos oficiais e privados de pessoas e empresas estrangeiras no Brasil que confrontados com os créditos brasileiros no exterior dá saldo zero. É apenas uma conta de crédito e débito que no final fica zero a zero. Ninguém pagou nada. Ninguém saldou nada. Ninguém quitou nada. Tudo ilusão.
3) Como conseguiu fazer uma dívida externa virar pó, também teve capacidade de ocultar a dívida interna brasileira. No início de seu governo, a dívida interna era de cerca de 600 bilhões de reais. Sabe quanto é hoje? Não? Aplausos. Isto é o efeito bem-sucedido do espetáculo ilusionista: ninguém consegue perceber o truque. Mais aplausos. Hoje, a dívida interna é de 1 trilhão e 500 bilhões de reais. Cresceu mais de 7% no ano passado e poderá chegar ao final deste ano em 1 trilhão e 700 bilhões. Só um grande ilusionista é capaz de ocultar uma conta tão alta como esta. Viva! Viva!
4) Faz 12 bilhões de reais parecerem uma fortuna quando os transforma em Bolsa Família. Não é formidável esse valor parecer enorme enquanto representa apenas zero vírgula qualquer coisa da arrecadação da União? Não é mais formidável ainda conseguir esconder que gasta o dobro disso com pagamentos aos companheros e que os gastos com o pessoal foram 70 bilhões de reais a mais do que eram? Aplausos, muito mais aplausos.
5) Consegue fazer 80% da população brasileira se esquecer completamente de suas 700 promessas de campanha. Também pudera; quem conseguiria se lembrar de 700 promessas?! Urra! Urra!
6) Como que em um passe de mágica, transformou seus maiores adversários políticos do passado – Sarney, Collor, Renan e outros tantos de altíssima reputação - em seus maiores aliados. Loucura, loucura!
O Dr. Magalha, a Prof. Cicy e milhões de bobos da corte o aplaudem com a mesma vibração ao verem Copperfield fazer desaparecer a Estátua da Liberdade. O segredo da mágica é simples: enquanto existir subservientes e ignorantes, existirá bolivarianos comandando o Brasil.
Enquanto o Ilusionista continua com seus shows Brasil afora (com sua fiel Ajudante de Mágico), tem seca-senador da extrema direita que já comprou varinha de condão para tentar fazer o Showman e a Coroa virarem sapinhos.
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que adora o Cirque Du Soleil. Seu ghost writer prefere Orlando Orfei.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Escreveu Não Leu
* Tio Zeca
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Em países democratas e capitalistas de primeiro mundo (quanta redundância!) ninguém pode alegar desconhecimento da Lei para se defender de um crime ou qualquer contravenção que tenha cometido. Ou seja, escreveu e não leu, o pau comeu. No Brasil, apesar de não sermos nenhum país de primeiro mundo, a regra é a mesma. Todo mundo tem que conhecer a lei. Agora, isto também serve para quem redige a lei ou um decreto neste país?
Este princípio democrata não é válido para os bolivarianos governantes. Veja se você, humilde representante do proletariado, consegue entender uma coisa destas. Não bastasse a polêmica do tal Plano de Direitos Humanos, o líder maior Lula disse que não leu o que assinou. Dá pra entender? Dá sim. Essa é a postura bolivariana clássica: primeiro esquivar-se rapidinho de suas responsabilidades e, segundo, se há lei, é para os outros e não para si e companheros.
Pode um Presidente da República não ler o que assina? Propor uma lei para ser votada no Congresso sem ler? Pode assinar sem entender? Pode sim, basta ser bolivariano. É que nunca antes na história deste país tivemos um presidente com tal, digamos assim, desinteresse pelos papéis que assina. Todo mundo sabe que Lula não é ligado nessas coisas de letras, de estudo. Mas, todo mundo percebe que Lula não é burro, nem de longe. Se fosse meio tonto, não chegaria à presidência sem precisar ter um trabalho com carteira assinada, um emprego qualquer ou ter que estudar para se preparar. Simplesmente surfou em sua onda populista e se elegeu. Isto pode acontecer em países “em desenvolvimento”.
Abusando desta ignorância presidencial estão os terroristas esquerdistas de outrora que desvirtuaram o que seria um programa de direitos humanos para um plano de direitos bolivarianos. Sabe qual é a moral desta história? Simples: o bolivariano governante pode alegar que não conhece a lei que ele próprio fez. Para o povão, escreveu e não leu, o pau comeu!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que assina tudo que não escreve. Seu ghost writer não assina nada que escreve.
tiozecacapitalista@ig.com.br
www.zecacapitalista.blogspot.com
Em países democratas e capitalistas de primeiro mundo (quanta redundância!) ninguém pode alegar desconhecimento da Lei para se defender de um crime ou qualquer contravenção que tenha cometido. Ou seja, escreveu e não leu, o pau comeu. No Brasil, apesar de não sermos nenhum país de primeiro mundo, a regra é a mesma. Todo mundo tem que conhecer a lei. Agora, isto também serve para quem redige a lei ou um decreto neste país?
Este princípio democrata não é válido para os bolivarianos governantes. Veja se você, humilde representante do proletariado, consegue entender uma coisa destas. Não bastasse a polêmica do tal Plano de Direitos Humanos, o líder maior Lula disse que não leu o que assinou. Dá pra entender? Dá sim. Essa é a postura bolivariana clássica: primeiro esquivar-se rapidinho de suas responsabilidades e, segundo, se há lei, é para os outros e não para si e companheros.
Pode um Presidente da República não ler o que assina? Propor uma lei para ser votada no Congresso sem ler? Pode assinar sem entender? Pode sim, basta ser bolivariano. É que nunca antes na história deste país tivemos um presidente com tal, digamos assim, desinteresse pelos papéis que assina. Todo mundo sabe que Lula não é ligado nessas coisas de letras, de estudo. Mas, todo mundo percebe que Lula não é burro, nem de longe. Se fosse meio tonto, não chegaria à presidência sem precisar ter um trabalho com carteira assinada, um emprego qualquer ou ter que estudar para se preparar. Simplesmente surfou em sua onda populista e se elegeu. Isto pode acontecer em países “em desenvolvimento”.
Abusando desta ignorância presidencial estão os terroristas esquerdistas de outrora que desvirtuaram o que seria um programa de direitos humanos para um plano de direitos bolivarianos. Sabe qual é a moral desta história? Simples: o bolivariano governante pode alegar que não conhece a lei que ele próprio fez. Para o povão, escreveu e não leu, o pau comeu!
* Tio Zeca é seca-pimenteira-senador que assina tudo que não escreve. Seu ghost writer não assina nada que escreve.
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